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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Competição eterna: especialista comenta planos dos EUA de combater S-400 russos

O general norte-americano, James Holmes, revelou os planos dos EUA de combater o sistema russo de defesa antiaérea S-400. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o analista político-militar Aleksei Podberezkin chamou a situação de competição entre "escudo e espada".


Sputnik

Washington pretende juntar os esforços da Força Aérea e do Exército para encontrar um meio de enfrentar o sistema russo de defesa antiaérea S-400. Eis a declaração do general James Holmes, chefe do Comando de Combate Aéreo.

Os sistemas S-400
S-400 Triumph © Sputnik / Alexander Vilf

Para ele, os militares norte-americanos se preocupam com o alcance dos mísseis S-400 que, em comparação com o do sistema S-300, é muito maior.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o analista político-militar Aleksei Podberezkin comentou a declaração do general norte-americano.

"Não há nada de novo nos planos dos EUA. Nesse caso são desenvolvidos meios de ataque — de aviação e de mísseis, mas também muito rapidamente são aperfeiçoados os meios de defesa, tais como a antiaérea e antimíssil. Os mísseis S-400 é um meio de defesa. Muito moderno e avançado, mas de defesa: atacar com ajuda dos S-400 seria impossível, pois eles só conseguem se defender. É claro que terão que aperfeiçoar os sistemas de defesas antiaérea e antimíssil por serem aperfeiçoados os meios de ataque. Os mísseis de posicionamento de aviação, marítimo e terrestre — tanto de cruzeiro como balísticos, que agora estão sendo produzidos nos EUA, evoluem-se muito rapidamente, aumentando alcance, reduzindo superfície reflexiva da última modificação, dificultando detecção e voando muito mais baixo. Por isso a competição entre sistemas de defesa e de ataque, assim como escudo e martelo, sempre houve e nunca vai parar", concluiu.

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