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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

Concorrente da OTAN? 9 países europeus assinarão plano de defesa da UE

Nove países da UE formalizarão nesta segunda-feira (25) um plano para criar uma força de intervenção militar europeia, disse um ministro francês, com o Reino Unido apoiando a medida como forma de manter fortes laços de defesa com o bloco após o Brexit, segundo a AFP.


Sputnik

A força, conhecida como Iniciativa Europeia de Intervenção e defendida pelo presidente francês Emmanuel Macron, pretende ser capaz de se posicionar rapidamente para lidar com crises.

Soldados da Força da União Europeia (EUFOR) na República Centro-Africana
Militares da Força da União Europeia (EUFOR) na República Centro-Africana © AFP 2018 / STR

Uma carta de intenções deverá ser assinada em Luxemburgo nesta segunda-feira (25) por França, Alemanha, Bélgica, Reino Unido, Dinamarca, Holanda, Estônia, Espanha e Portugal, disse o ministro francês da Defesa, Florence Parly, ao jornal Le Figaro.

A iniciativa envolve "um trabalho de planejamento conjunto sobre cenários de crise que poderiam potencialmente ameaçar a segurança europeia", segundo uma fonte próxima do ministro, incluindo desastres naturais, intervenção em uma crise ou evacuação de cidadãos.

A iniciativa estaria separada de outra cooperação de defesa da UE, o que significa que não haveria nenhum obstáculo para o Reino Unido tomar parte depois de deixar o bloco.

"Esta é claramente uma iniciativa que permite a associação de alguns países não membros da UE", disse o ministro francês. "O Reino Unido tem estado muito interessado porque quer manter a cooperação com a Europa além dos laços bilaterais", acrescentou.

25 países da UE assinaram um grande pacto de defesa em dezembro, concordando em cooperar em vários projetos militares, mas não está claro se o Reino Unido poderá participar de qualquer um deles depois que deixar o bloco europeu.

A UE tem quatro "grupos de combate" militares multinacionais desde 2007, mas desacordos políticos fizeram com que as tropas nunca fossem mobilizadas.

Paris espera que, concentrando-se em um grupo menor de países, sua nova iniciativa possa atuar de forma mais decisiva, livre dos encargos que às vezes dificultam a ação dos 28 membros da UE e da OTAN, composta por 29 membros.

A Itália havia demonstrado originalmente interesse na proposta. O novo governo em Roma "está considerando a possibilidade de se unir" à iniciativa, mas não tomou uma decisão final, disse Parly.

Na sexta-feira (22), a liderança da OTAN, Jens Stoltenberg, afastou a possibilidade de que a iniciativa europeia venha a concorrer com a aliança. Segundo ele, a iniciativa será complementar à OTAN, porém, fez questão de lembrar após o Brexit, 80% do financiamento da organização virá de fora União Europeia.

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