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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Coreias retomam contatos de alto nível para implementar acordo

As duas Coreias iniciaram nesta sexta-feira uma reunião de alto nível para começar a implementar o que foi acordado em sua declaração conjunta assinada em abril, onde concordaram em estreitar a cooperação e trabalhar para a paz e a "desnuclearização total" da península.


EFE

Seul - A reunião começou às 10h (hora local) na militarizada fronteira que divide os dois países, tecnicamente ainda em guerra, segundo confirmou à Agencia Efe, uma porta-voz do Ministério da Unificação.

Moon Jae-in e Kim Jong-un na cúpula das Coreias em 27 de abril. EFE/KOREA SUMMIT PRESS
Moon Jae-in e Kim Jong-un na cúpula das Coreias em 27 de abril. EFE/KOREA SUMMIT PRESS

A delegação sul-coreana é liderada pelo ministro da Unificação, Cho Myoung-gyon, além dos vice-ministros do Transporte e Cultura, Kim Jeong-ryeon e Roh Tae-kang, respectivamente.

Antes de entrar na reunião, Cho se comprometeu, em declarações divulgadas pela agência de notícias "Yonhap", a implementar o estipulado na declaração do dia 27 de abril de "maneira ágil e sem interrupção, criando ao mesmo tempo uma atmosfera positiva para a realização da cúpula entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos".

Por sua parte, a Coreia do Norte é liderada por Ri Son-gwon, que dirige o órgão encarregado das relações intercoreanas, e os vice-ministros das Ferrovias e Esportes, Kim Yun-hyok e Won Kil-u, respectivamente.

Concretamente, espera-se que as duas partes discutam uma reunião sobre as famílias separadas pela Guerra da Coreia (1950-1953) prevista inicialmente para o dia 15 de agosto, o aumento de intercâmbios culturais ou a possível reconexão de ferrovias, além das fronteiras para trocas comerciais e viagens turísticas desde o Sul.

No entanto, muitos analistas consideram que a ativação da cooperação econômica entre os dois países levará tempo, por conta da quantidade de sanções recebidas pelo regime de Pyongyang devido aos seus programas de armas.

Esta aproximação recente entre as duas Coreias atravessou uma crise no mês passado, quando Pyongyang cancelou subitamente esta reunião de alto nível prevista originalmente para o dia 16 de maio e condenou as manobras conjuntas aéreas realizadas pelos EUA e Coreia do Sul.

Os contatos foram recuperados após uma reunião surpresa realizada no sábado passado entre o presidente do Sul, Moon Jae-in, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un.

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