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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Coreias retomam contatos de alto nível para implementar acordo

As duas Coreias iniciaram nesta sexta-feira uma reunião de alto nível para começar a implementar o que foi acordado em sua declaração conjunta assinada em abril, onde concordaram em estreitar a cooperação e trabalhar para a paz e a "desnuclearização total" da península.


EFE

Seul - A reunião começou às 10h (hora local) na militarizada fronteira que divide os dois países, tecnicamente ainda em guerra, segundo confirmou à Agencia Efe, uma porta-voz do Ministério da Unificação.

Moon Jae-in e Kim Jong-un na cúpula das Coreias em 27 de abril. EFE/KOREA SUMMIT PRESS
Moon Jae-in e Kim Jong-un na cúpula das Coreias em 27 de abril. EFE/KOREA SUMMIT PRESS

A delegação sul-coreana é liderada pelo ministro da Unificação, Cho Myoung-gyon, além dos vice-ministros do Transporte e Cultura, Kim Jeong-ryeon e Roh Tae-kang, respectivamente.

Antes de entrar na reunião, Cho se comprometeu, em declarações divulgadas pela agência de notícias "Yonhap", a implementar o estipulado na declaração do dia 27 de abril de "maneira ágil e sem interrupção, criando ao mesmo tempo uma atmosfera positiva para a realização da cúpula entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos".

Por sua parte, a Coreia do Norte é liderada por Ri Son-gwon, que dirige o órgão encarregado das relações intercoreanas, e os vice-ministros das Ferrovias e Esportes, Kim Yun-hyok e Won Kil-u, respectivamente.

Concretamente, espera-se que as duas partes discutam uma reunião sobre as famílias separadas pela Guerra da Coreia (1950-1953) prevista inicialmente para o dia 15 de agosto, o aumento de intercâmbios culturais ou a possível reconexão de ferrovias, além das fronteiras para trocas comerciais e viagens turísticas desde o Sul.

No entanto, muitos analistas consideram que a ativação da cooperação econômica entre os dois países levará tempo, por conta da quantidade de sanções recebidas pelo regime de Pyongyang devido aos seus programas de armas.

Esta aproximação recente entre as duas Coreias atravessou uma crise no mês passado, quando Pyongyang cancelou subitamente esta reunião de alto nível prevista originalmente para o dia 16 de maio e condenou as manobras conjuntas aéreas realizadas pelos EUA e Coreia do Sul.

Os contatos foram recuperados após uma reunião surpresa realizada no sábado passado entre o presidente do Sul, Moon Jae-in, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un.

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