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Erdogan: Rússia e Turquia decidirão que grupos deixarão zona de Idlib

Rússia e Turquia irão determinar em conjunto quais grupos radicais deverão deixar o território da zona desmilitarizada de Idlib, na Síria, segundo afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, neste domingo.
Sputnik

"Durante negociações sobre Idlib em Sochi, nós decidimos estabelecer uma zona desmilitarizada entre os territórios controlados pela oposição e pelo regime. A oposição permanecerá nos territórios que ela ocupa. Vamos garantir que os grupos radicais, designados em conjunto com a Rússia, não operem na região", disse Erdogan em artigo publicado pelo jornal russo Kommersant

Ainda de acordo com o líder turco, Washington segue atrapalhando o equilíbrio na região com seu apoio às Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG) e ao Partido da União Democrática (PYD) na Síria, considerados adversários de Ancara.

"Infelizmente, vemos que o apoio extraordinário que tem sido prestado recentemente, especialmente pelos Estados Unidos, às forças do YPG e do PYD, continua. Tais …

Damasco: Washington deve retirar suas tropas do Sul da Síria

O vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores sírio, Walid Mualem, exigiu que Washington retire suas forças militares da base militar norte-americana em Al-Tanf. O funcionário de alto escalão descartou a possibilidade de negociar qualquer acordo de separação de forças no Sul da Síria antes da retirada das tropas dos EUA.


Sputnik

Washington deve deixar a base militar em Al Tanf, afirmou Mualem durante uma coletiva de imprensa em Damasco.

Soldado norte-americano em Manbij, norte da Síria, 4 de abril de 2018
Tropa dos EUA na Síria © AP Photo / Hussein Malla

"Quando os EUA retirarem suas tropas, negociaremos um acordo de segurança no Sul da Síria", disse o ministro.

Segundo o chanceler sírio, no momento Damasco não está negociando acordos quanto à situação no Sul do país. Mualem desmentiu assim a informação sobre um alegado acordo de separação de forças na área, veiculada na mídia israelense.

"Enquanto os norte-americanos estiverem presentes em Al-Tanf, não confiem nessas declarações", assinalou.

Além disso, o vice-primeiro ministro pediu o fim da presença militar estrangeira na cidade de Al Raqa, ocupada pelas Forças Democráticas da Síria (FDS), para poder iniciar negociações diretas entre o governo sírio e os combatentes curdos e árabes.

As informações sobre a retomada do controle sobre o Sul da Síria por parte de Damasco começaram a circular no final de maio. A área tem uma forte presença de militares dos EUA, o que dificulta as operações militares do governo do país.

Em Al-Tanf está situada uma das bases militares dos EUA, instalada em abril de 2017, apesar das objeções do governo sírio, a fim de "combater os terroristas".

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