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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Drones suicidas: Israel apresenta sua nova arma (VÍDEO)

Os drones suicidas ultraleves Rotem passaram com sucesso pelos testes de combate, afirmou a empresa que desenvolveu a nova arma – a Israel Aerospace Industries (IAI, sigla em Inglês). O vídeo dos testes foi postado na Internet.


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Na gravação é possível ver como o pequeno dispositivo entra em um edifício ocupado por "terroristas" através de uma janela e provoca uma detonação.


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Drone suicida israelense Rotem | Reprodução

É essa precisão, combinada com a alta velocidade do drone kamikaze, que a IAI considera uma das maiores vantagens de seu produto.

O Rotem mede 97 centímetros de comprimento e 18 de largura, desdobra-se rapidamente e requer apenas um operador para suas missões.

Os sensores do dispositivo permitem detectar possíveis alvos mesmo durante a noite.

Ao escolher o alvo, o drone pode executar uma de duas manobras: cair em cima do objeto ou realizar uma descida suave com a aceleração de seus motores.

O dispositivo carrega uma carga explosiva de até dois quilos e é destinado às unidades antiterroristas do Exército de Israel.

O rápido desenvolvimento dos drones como arma ultrapassa os dispositivos clássicos de reconhecimento ou de ataque remoto.

À medida que muitas forças armadas do mundo se empenham em adquirir mais equipamentos não tripulados, grupos terroristas no Iraque e na Síria como o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em outros países) também têm obtido algum sucesso na adaptação de drones disponíveis comercialmente para realizar ataques aéreos.

Isso levanta para os exércitos do mundo a questão de como se defender dessa nova ameaça, porque ela pode ser um verdadeiro pesadelo para a segurança se drones adaptados se tornarem uma ferramenta de terror em poder de células terroristas localizadas em cidades densamente povoadas. Por enquanto, esta ameaça ainda não saiu da sua região de origem, o Oriente Médio.


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