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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

É publicada FOTO da 'morte' de porta-aviões norte-americano

Na Internet apareceu uma foto tirada no momento do afundamento do porta-aviões USS America. No dia 14 de maio de 2005, durante testes militares, o navio retirado de serviço foi afundado de forma controlada.


Sputnik

O porta-aviões USS America (CV-66) foi construído e entrou em serviço nos anos 1960. Em 1996, seu uso foi cancelado, e em 2010, o avião foi afastado do serviço definitivamente.

Reprodução Twitter

Em 2005, as autoridades navais dos EUA decidiram converter o navio em um alvo de exercícios de fogo real para aperfeiçoar a blindagem de futuros porta-aviões, indicou a edição The Drive.

A intenção de "atacar" o navio causou certos protestos, já que alguns qualificaram a ideia de bombardear um navio chamado América como pouca ética. Contudo, as autoridades militares resolveram que o porta-aviões devia dar sua última contribuição para a defesa do país.

Os exercícios demoraram cerca de um mês. Os militares levaram a cabo dezenas de explosões que simularam ataques com mísseis e torpedos até que o navio se afundou nas águas do oceano Atlântico.

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