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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

Em que esfera militar Rússia supera Estados Unidos?

A Rússia supera os EUA na esfera de luta radioeletrônica e Washington precisará de tempo para superar este atraso, declarou na entrevista ao portal C4ISRNET o especialista norte-americano Samuel Bendett, do Centro de Análise Naval.


Sputnik

Segundo ele, os sistemas russos de luta radioeletrônica são uma tecnologia que a Rússia continuou desenvolvendo mesmo após o colapso da União Soviética. "As tecnologias norte-americanas, provavelmente, superavam os análogos soviéticos mas os EUA pararam o desenvolvimento de muitos meios de luta radioeletrônica por falta de ameaça por parte de Moscou. […] Como resultado, durante os últimos anos os norte-americanos enfrentam a impossibilidade de resistir aos sistemas russos de luta radioeletrônica e a operações complexas com o seu uso", opina Bendett.

Módulo multifuncional de interferência Krasukha 4 durante os exercícios na região de Sverdlovsk, Rússia (foto de arquivo)
Módulo multifuncional de interferência Krasukha 4 © Sputnik / Pavel Lisitsyn

O analista nota que, durante os últimos cinco anos, Moscou tem vindo a testar uma série de vários sistemas de luta radioeletrônica. Por exemplo, na Síria, de acordo com Bendett, foram testadas cerca de 200 tecnologias diferentes.

O especialista assinala ainda que a Rússia aplica uma abordagem de "proteção de muitos níveis" na República Árabe, onde, junto com estes sistemas, funcionam os radares de aviso prévio e sistemas de defesa antiaérea, tais como Pantsir-S. Tal tática há muito que provou sua eficácia, reforça Samuel Bendett.

Na Síria e no mar Negro, o exército russo, segundo ele, coleta e analisa ativamente os sinais eletrônicos de drones e mísseis dos países ocidentais. "Esta é a principal ameaça para a superioridade tecnológica ocidental, já que os sistemas russos de luta radioeletrônica podem aprender a combater o equipamento militar norte-americano, levando em conta os seus sinais eletrônicos específicos", sublinhou.

O especialista resumiu que os EUA podem superar o atraso tecnológico em relação à Rússia nesta área mas que isso levará algum tempo.

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