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Erdogan: Rússia e Turquia decidirão que grupos deixarão zona de Idlib

Rússia e Turquia irão determinar em conjunto quais grupos radicais deverão deixar o território da zona desmilitarizada de Idlib, na Síria, segundo afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, neste domingo.
Sputnik

"Durante negociações sobre Idlib em Sochi, nós decidimos estabelecer uma zona desmilitarizada entre os territórios controlados pela oposição e pelo regime. A oposição permanecerá nos territórios que ela ocupa. Vamos garantir que os grupos radicais, designados em conjunto com a Rússia, não operem na região", disse Erdogan em artigo publicado pelo jornal russo Kommersant

Ainda de acordo com o líder turco, Washington segue atrapalhando o equilíbrio na região com seu apoio às Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG) e ao Partido da União Democrática (PYD) na Síria, considerados adversários de Ancara.

"Infelizmente, vemos que o apoio extraordinário que tem sido prestado recentemente, especialmente pelos Estados Unidos, às forças do YPG e do PYD, continua. Tais …

Embaixador dos EUA critica cobertura internacional dos protestos em Gaza

O embaixador dos Estados Unidos em Israel, David Friedman, criticou nesta segunda-feira a cobertura que a imprensa internacional está fazendo sobre os recentes protestos na Faixa de Gaza e aconselhou os jornalistas a ficarem com "a boca fechada" se não tiverem uma alternativa à atuação de Israel.


EFE

Jerusalém - "Quando nove de cada dez artigos sobre o conflito em Gaza criticam Israel, eu acho que alguns jornalistas deveriam se reunir com especialistas para tentar entender o que poderiam ter feito diferente ou melhor antes de criticar", disse Friedman em uma coletiva de imprensa em Jerusalém, conforme o jornal "Times of Israel".

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Embaixador dos Estados Unidos em Israel, David Friedman | Reprodução

Friedman se perguntou de forma retórica o que teria acontecido em outro país que não fosse Israel e qualificou de "completamente superficial" a cobertura da imprensa desde que os protestos começaram na fronteira em 30 de março e nos quais mais de 100 palestinos morreram atingidos por israelenses.

"Com todas as críticas recebidas, ninguém identificou meios menos letais com os quais Israel poderia ter se defendido durante as últimas quatro semanas. Ninguém", disse.

O Exército considera que o movimento Hamas utiliza estas mobilizações para tentar romper a cerca, se infiltrar no país e cometer ataques.

Durante o seu discurso, Friedman afirmou que, apesar de tudo, "a liberdade de imprensa é vital para uma democracia", inclusive se não apoia as suas opiniões, e afirmou que "a crítica é jogo limpo".

Nesta sexta-feira as críticas internacionais aumentaram contra Israel depois que a enfermeira palestina Razan al Najar, de 21 anos, morreu atingida por tiros israelenses, enquanto atendia manifestantes feridos. O caso está sendo investigando pelo Exército.

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