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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
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Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Estes submarinos são um 'pesadelo para EUA', indica mídia chinesa

A mídia chinesa qualificou os submarinos russos do projeto 955 Borei como um "pesadelo" para os EUA. O portal Ifeng.com recordou os lançamentos com êxito de uma salva de quatro mísseis balísticos Bulava, cuja potência equivale a uma explosão de 160 bombas nucleares.


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De acordo com analistas chineses, este lançamento foi a resposta da Rússia ao crescimento da presença militar dos EUA na Europa do Leste.

Submarino nuclear russo de classe Borei (foto de arquivo)
Submarino russo da Classe Borei © Sputnik / Sevmash

A edição destacou as características avançadas dos submarinos Borei: seu comprimento atinge 170 metros e o deslocamento supera 20 mil toneladas.

Além disso, são completamente silenciosos, o que torna sua detecção uma tarefa extremamente difícil. O portal chinês ressaltou que os submarinos russos superam consideravelmente os norte-americanos da classe Ohio.

Além do mais, cada um destes submarinos russos é dotado de uma arma terrível – os 16 mísseis balísticos intercontinentais R-30 Bulava. A parte dianteira do submarino contém 12 tubos de torpedos que podem ser usados para efetuar lançamentos de torpedos e de mísseis antinavio.

A edição acrescentou também que o submarino russo possui um considerável poder de fogo contra navios.

Os analistas chineses enfatizaram as características do míssil Bulava. Segundo eles, o míssil é a versão naval do Topol-M. Cada míssil é capaz de portar de 6 a 10 ogivas que possuem uma alta capacidade de destruição, podendo superar a defesa antiaérea do adversário.

A trajetória imprevisível de voo torna o míssil praticamente invulnerável.

O portal chinês concluiu que todas as características acima mencionadas fazem com que os novos submarinos russos sejam os mais temíveis em todo o mundo.

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