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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

EUA e Coreia do Sul decidirão futuro de manobras conjuntas em julho

Os Estados Unidos e a Coreia do Sul devem decidir só no próximo mês se continuarão ou cancelarão em definitivo os seus exercícios militares conjuntos no Leste Asiático, foco de constante tensões com a Coreia do Norte, segundo informaram autoridades sul-coreanas.


Sputnik

Mais cedo, o governo dos EUA decidiu suspender por tempo indeterminado os exercícios combinados Ulchi Freedom Guardian, realizados anualmente com Seul, no contexto do recente encontro entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, em Singapura. 

Soldados sul-coreanos participam de simulação de combate ao terror como parte dos exercícios Ulchi Freedom Guardian (arquivo)
Militares sul-coreanos © AP Photo / Lee Jin-man

"Essa questão está sendo explorada a pedido do presidente (sul-coreano)", afirmou o Ministério da Defesa da Coreia do Sul através de um comunicado. "Uma decisão deve ser esperada para julho".

A decisão de interromper tais atividades foi discutida na última quinta-feira durante uma conversa telefônica entre o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, e o ministro da Defesa Nacional da Coreia do Sul, Song Young-moo, conforme informou o Pentágono, destacando que o chefe da Defesa americana garantiu aos seus parceiros sul-coreanos a natureza rígida de sua aliança.

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