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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

EUA estão desprotegidos contra mísseis balísticos, revela general americano

Os EUA não contam com proteção necessária contra mísseis balísticos intercontinentais de possíveis inimigos, escreve a revista The National Interest citando o chefe do Comando Estratégico do Pentágono, general John Hyten.


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Conforme Hyten, os EUA devem elaborar um sistema de combate contra mísseis russos e chineses antes mesmo do lançamento deles. Ele reparou que os potenciais adversários avançaram muito na criação de armas levando em consideração as particularidades do sistema de defesa antimíssil americano.

Militares norte-americanos perto do sistema de defesa antimíssil Patriot
Militares norte-americanos junto ao Patriot © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

"A quantidade de mísseis e suas capacidades de atingir alvos continuam crescendo, já que cada vez mais países adquirem um número maior de mísseis e aumentam potencial técnico especificamente para fazer frente ao sistema antimíssil dos EUA", afirmou Hyten.

O general opina que o perigo dos mísseis modernos é tão grande que já não bastam tentativas ativas de interceptá-los. Ele assinalou que, após o colapso da União Soviética, os EUA não tinham ninguém para se opor, mas, hoje em dia, Washington não deve ignorar potencial militar reforçado de outros países.

"Não podemos ser bem-sucedidos, investindo somente em meios ativos de defesa antimíssil — temos que reforçar e integrar todos os seus pilares, incluindo a capacidade de vencer mísseis inimigos antes mesmo de serem lançados", resumiu Hyten.

Ao concluir, o autor do artigo nota que atualmente o Pentágono sabe melhor falar sobre êxitos militares do que repelir ataques reais de mísseis balísticos intercontinentais.

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