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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

EUA querem 'punir' Turquia, diz especialista sobre situação dos F-35

O Senado dos EUA aprovou a versão do projeto de orçamento de defesa que prevê a suspensão da participação da Turquia do programa de produção do caça F-35. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um especialista em ciências políticas comentou a situação.


Sputnik

De acordo com a versão do projeto de orçamento de defesa norte-americano para 2019, a Turquia é suspensa da participação do programa de produção do caça de quinta geração F-35.

Caça norte-americano F-35 Lightning II
F-35 Lightining II | CC0

Além disso, o texto do projeto contém uma proibição de transferência do direito da Turquia aos caças F-35.

A razão para isso, entre outras coisas, é a intenção de Ancara de adquirir sistemas de mísseis antiaéreos russos S-400, bem como as tentativas de alargar as relações com a Rússia que, segundo os legisladores dos EUA, prejudicam a segurança da OTAN.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista em ciências políticas Andrei Koshkin comentou as ações de Washington.

"Os EUA estão prontos para perderem milhões de dólares só para punir os Estados que não obedecem às suas ordens. Hoje em dia estamos assistindo uma certa guerra na área da indústria militar. E isso é apenas o início. Deste modo, os EUA querem punir a Turquia e demonstrar a todos os outros países que em casos similares eles vão agir ainda com mais firmeza", assinalou Koshkin.

Em dezembro de 2017, os representantes russos e turcos assinaram um contrato para o fornecimento de sistemas S-400. Ancara comprará duas baterias destes sistemas, que serão operados pelas tropas do país. As partes também pretendem estabelecer uma cooperação técnica e efetuar transferência de tecnologia durante o processo para desenvolver a produção desses armamentos na Turquia.

Os EUA e representantes da OTAN criticaram repetidamente Ancara por sua decisão. A Turquia, por sua vez, respondeu que tomará medidas de resposta contra Washington caso o fornecimento dos caças seja bloqueado, apontando as aeronaves russas como provável alternativa.

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