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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Ex-oficial ucraniana demanda fim de conflito em Donbass

A ex-oficial e deputada ucraniana Nadezhda Sabchenko demandou hoje o fim da guerra no Donbass e a exploração da população, caso contrário, afirmou, este país receberá golpes, tanto de Ocidente como do Oriente.


PRENSA LATINA
Kiev - Ao intervir em uma sessão do tribunal que analisou se mantinha no cárcere ou se era posta em detenção domiciliar, Sabchenko estimou que se o Governo mantém o empobrecimento dos cidadãos e a guerra, vão receber golpes de ambos lados.

Ex-oficial e deputada ucraniana Nadezhda Sabchenko | Reprodução

A ex-oficial, que em seu momento foi conceituada como uma heroína em Ucrânia, por assistir à eliminação de um ônibus com jornalistas russos em Donbass, agora é acusada de uma tentativa de atentado contra a direção ucraniana e de um golpe de Estado.

De acordo com a promotoria, Sabchenko, quem integrou primeiro as filas do movimento Babkivchina, da ex-primeira ministra Yulia Timoshenko, e depois fundou seu próprio partido, estaria por trás de um suposto esquema para atacar ao Parlamento e a Presidência.

A legisladora ucraniana foi presa em março passado por ordem da procuradoria, depois que se acharam indícios de sua possível cumplicidade em uma suposta tentativa de atacar edifícios administrativos.

Desde então, Sabchenko mantém-se retida.

A ex-oficial foi presa pelas autoridades da autoproclamada república de Donetsk e julgada em março de 2016, acusada de estar entre os responsáveis pela morte de ao menos dois jornalistas da televisão estatal russa.

Sabchenko, membro de uma unidade de exploração da força aérea, destinada a marcar ou localizar objetivos em terra para a aviação, foi condenada em Rússia a 22 anos de cárcere, mas em maio desse ano foi perdoada pelo presidente Vladimir Putin.

A seu regresso a Ucrânia, foi acolhida pela direção deste país como uma heroína, mas com o passo do tempo Sabchenko assumiu uma posição mais bem na contramão da guerra no Donbass, ainda que fez questão da participação russa nesse conflito.

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