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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Ex-oficial ucraniana demanda fim de conflito em Donbass

A ex-oficial e deputada ucraniana Nadezhda Sabchenko demandou hoje o fim da guerra no Donbass e a exploração da população, caso contrário, afirmou, este país receberá golpes, tanto de Ocidente como do Oriente.


PRENSA LATINA
Kiev - Ao intervir em uma sessão do tribunal que analisou se mantinha no cárcere ou se era posta em detenção domiciliar, Sabchenko estimou que se o Governo mantém o empobrecimento dos cidadãos e a guerra, vão receber golpes de ambos lados.

Ex-oficial e deputada ucraniana Nadezhda Sabchenko | Reprodução

A ex-oficial, que em seu momento foi conceituada como uma heroína em Ucrânia, por assistir à eliminação de um ônibus com jornalistas russos em Donbass, agora é acusada de uma tentativa de atentado contra a direção ucraniana e de um golpe de Estado.

De acordo com a promotoria, Sabchenko, quem integrou primeiro as filas do movimento Babkivchina, da ex-primeira ministra Yulia Timoshenko, e depois fundou seu próprio partido, estaria por trás de um suposto esquema para atacar ao Parlamento e a Presidência.

A legisladora ucraniana foi presa em março passado por ordem da procuradoria, depois que se acharam indícios de sua possível cumplicidade em uma suposta tentativa de atacar edifícios administrativos.

Desde então, Sabchenko mantém-se retida.

A ex-oficial foi presa pelas autoridades da autoproclamada república de Donetsk e julgada em março de 2016, acusada de estar entre os responsáveis pela morte de ao menos dois jornalistas da televisão estatal russa.

Sabchenko, membro de uma unidade de exploração da força aérea, destinada a marcar ou localizar objetivos em terra para a aviação, foi condenada em Rússia a 22 anos de cárcere, mas em maio desse ano foi perdoada pelo presidente Vladimir Putin.

A seu regresso a Ucrânia, foi acolhida pela direção deste país como uma heroína, mas com o passo do tempo Sabchenko assumiu uma posição mais bem na contramão da guerra no Donbass, ainda que fez questão da participação russa nesse conflito.

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