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Por meio do Egito, Hamas pede a Israel que cesse fogo na Faixa de Gaza

O movimento Hamas pediu a Israel que cesse fogo por meio da mediação egípcia e prometeu interromper os confrontos na fronteira como parte do acordo, disse uma fonte política israelense à Sputnik.
Sputnik

"O Hamas teve um grande golpe ontem e o movimento pediu um cessar-fogo através do Egito, prometendo interromper o 'terror incendiário e nas cercas fronteiriças'", disse a fonte.

Segundo a mesma pessoa, Israel considera o Egito como fiador da implementação do cessar-fogo.

"Os egípcios são os garantidores nesta questão, mas em qualquer caso, o desenvolvimento da situação dependerá de ações reais. Se o Hamas violar o cessar-fogo, pagará um preço ainda maior", acrescentou a fonte.

Esses arranjos foram alcançados após bombardeios maciços das instalações do Hamas no enclave, que se seguiram ao assassinato de um soldado israelense na sexta-feira.

Este foi o segundo cessar-fogo entre Israel e o Hamas, coordenado pelo Egito nas últimas duas semanas. No último sábado, a Fo…

Ex-oficial ucraniana demanda fim de conflito em Donbass

A ex-oficial e deputada ucraniana Nadezhda Sabchenko demandou hoje o fim da guerra no Donbass e a exploração da população, caso contrário, afirmou, este país receberá golpes, tanto de Ocidente como do Oriente.


PRENSA LATINA
Kiev - Ao intervir em uma sessão do tribunal que analisou se mantinha no cárcere ou se era posta em detenção domiciliar, Sabchenko estimou que se o Governo mantém o empobrecimento dos cidadãos e a guerra, vão receber golpes de ambos lados.

Ex-oficial e deputada ucraniana Nadezhda Sabchenko | Reprodução

A ex-oficial, que em seu momento foi conceituada como uma heroína em Ucrânia, por assistir à eliminação de um ônibus com jornalistas russos em Donbass, agora é acusada de uma tentativa de atentado contra a direção ucraniana e de um golpe de Estado.

De acordo com a promotoria, Sabchenko, quem integrou primeiro as filas do movimento Babkivchina, da ex-primeira ministra Yulia Timoshenko, e depois fundou seu próprio partido, estaria por trás de um suposto esquema para atacar ao Parlamento e a Presidência.

A legisladora ucraniana foi presa em março passado por ordem da procuradoria, depois que se acharam indícios de sua possível cumplicidade em uma suposta tentativa de atacar edifícios administrativos.

Desde então, Sabchenko mantém-se retida.

A ex-oficial foi presa pelas autoridades da autoproclamada república de Donetsk e julgada em março de 2016, acusada de estar entre os responsáveis pela morte de ao menos dois jornalistas da televisão estatal russa.

Sabchenko, membro de uma unidade de exploração da força aérea, destinada a marcar ou localizar objetivos em terra para a aviação, foi condenada em Rússia a 22 anos de cárcere, mas em maio desse ano foi perdoada pelo presidente Vladimir Putin.

A seu regresso a Ucrânia, foi acolhida pela direção deste país como uma heroína, mas com o passo do tempo Sabchenko assumiu uma posição mais bem na contramão da guerra no Donbass, ainda que fez questão da participação russa nesse conflito.

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