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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Ex-presidente da Ucrânia encontra maneira de 'recuperar' Donbass para o país

O 1º presidente da Ucrânia, Leonid Kravchuk, sugeriu como Kiev pode "recuperar" Donbass depois de terminar o conflito militar.


Sputnik

Ele ressaltou que "não há nada de ucraniano" em Donbass e, para que a região faça a parte da Ucrânia, as autoridades devem oferecer aos cidadãos uma "organização da vida" especial, diferente da das outras regiões do país.

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"Eles [Donbass] têm uma filosofia de vida completamente diferente. Precisamos de esforços enormes para os recuperar", observou Kravchuk em entrevista à edição Obozrevatel.

O ex-presidente ucraniano enfatizou que a Donbass deve ser permitido exercer um "poder local com ênfase na autonomia" e devem ser feitas modificações na constituição. No entanto, ele propôs submeter essa questão a discussão pública.

Em abril de 2014, as autoridades ucranianas começaram uma operação militar contra as repúblicas autoproclamadas de Donetsk e Lugansk, que declararam independência depois do golpe de Estado na Ucrânia em fevereiro de 2014. Segundo os últimos dados da ONU, mais de dez mil pessoas já foram vítimas do conflito.

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