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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
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De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Ex-presidente da Ucrânia encontra maneira de 'recuperar' Donbass para o país

O 1º presidente da Ucrânia, Leonid Kravchuk, sugeriu como Kiev pode "recuperar" Donbass depois de terminar o conflito militar.


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Ele ressaltou que "não há nada de ucraniano" em Donbass e, para que a região faça a parte da Ucrânia, as autoridades devem oferecer aos cidadãos uma "organização da vida" especial, diferente da das outras regiões do país.

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"Eles [Donbass] têm uma filosofia de vida completamente diferente. Precisamos de esforços enormes para os recuperar", observou Kravchuk em entrevista à edição Obozrevatel.

O ex-presidente ucraniano enfatizou que a Donbass deve ser permitido exercer um "poder local com ênfase na autonomia" e devem ser feitas modificações na constituição. No entanto, ele propôs submeter essa questão a discussão pública.

Em abril de 2014, as autoridades ucranianas começaram uma operação militar contra as repúblicas autoproclamadas de Donetsk e Lugansk, que declararam independência depois do golpe de Estado na Ucrânia em fevereiro de 2014. Segundo os últimos dados da ONU, mais de dez mil pessoas já foram vítimas do conflito.

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