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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Exército sírio vence grupos extremistas na fronteira com o Iraque

Tropas governamentais sírias deram hoje um novo passo de avanço contra o grupo terrorista Estado Islâmico ao arrebatar dessa formação irregular áreas ao sul de Humaymah, na província de Deir Ezzor, próxima da fronteira com o Iraque.


Prensa Latina
Damasco - Segundo fontes militares, as unidades do Exército, acompanhadas pelas Forças de Defesa Nacional, conquistaram nos arredores dessa área as regiões de Bir Tayyarah e Bir Umm Salabikh.


Mediante sua ofensiva contra os remanescentes de células do agrupamento radical Estado Islâmico (Daesh, por seu acrônimo em árabe), as tropas leais a Damasco conquistaram anteriormente áreas de Kabt Mount, Tell Shadid, Abar Warak e Bir Atshan, precisaram as fontes.

Depois desses suados êxitos, que incluíram a ruptura das linhas de defesa do Daesh, as formações do exército e seus aliados se uniram na fronteira iraquiana com a brigada combativa desse país Hashd Al-Sha'abi (Unidades de mobilização popular).

Com seus últimos triunfos em zonas rurais de Deir Ezzor, tropas sírias conseguiram o controle de áreas próximas aos limites territoriais com o Iraque, de onde os grupos terroristas lançaram numerosas ofensivas armadas contra as unidades castrenses.

Também, de acordo com fontes militares, garantem o funcionamento e segurança da estação de bombeamento de petróleo T-2.

As unidades do exército deste país progridem em zonas desérticas próximas a Deir Ezzor e à base norte-americana de Al-Tanf, ao sul, apesar de supostamente forças dos Estados Unidos terem efetuado vários bombardeios com drones e outros meios contra destacamentos sírios.

Washington, negou o último desses ataques realizados ontem em uma zona desértica ao sul do município de Al-Bukamal, em Deir Ezzor, no qual morreram 40 militares deste país árabe e aliados, e outros 30 ficaram feridos.

Ante essa negativa, muitos perguntam-se, quem, se não os Estados Unidos e seus aliados ocidentais com presença ilegal em território sírio desde 2014, estariam interessados em realizar um ataque dessas proporções contra as tropas deste país meso-oriental?

Enquanto unidades do exército combatem em demarcações desérticas, próximas ou enquadradas em Deir Ezzor, as tropas militares preparam uma grande ofensiva antiterrorista nas províncias de Deraa e Sweida.

Nas imediações desses territórios e outros vizinhos, comandos de Damasco concentraram milhares de efetivos, entre eles as especiais Força Tigre, com diversos meios de guerra como tanques, blindados de artilharia e até defesas antiaéreas.

Após a anunciada ofensiva no sul da Síria, restam às tropas militares libertar de agrupamentos extremistas a província de Idlib, localizada a 300 quilômetros ao norte de Damasco, e outros territórios ao norte, com presença de forças opositoras apoiadas por Washington e aliados ocidentais.

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