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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

Falha paralisa navios de guerra chave da Marinha Britânica

Seis destroieres principais do Reino Unido passaram mais tempo atracados no porto de Portsmouth do que navegando no mar em 2017. Este uso limitado se deveu a uma deficiência em seus motores, revelou o diário Daily Mail.


Sputnik

Segundo a mídia, estes seis destroieres da classe Type 45, que fazem parte da coluna vertebral da Marinha do Reino Unido e com cuja construção as autoridades britânicas gastaram cerca de oito bilhões de dólares (29 bilhões de reais), passaram 80% do ano passado atracados no porto de Portsmouth.

Destróier da Marinha Real do Reino Unido HMS Daring
HMS Daring © AFP 2018 / GLYN KIRK

"O HMS Dragon passou 309 dias atracado, o HMS Daring — 232 dias e o HMS Diamond permaneceu parado durante 203 dias. Embora o HMS Duncan tenha passado mais tempo no mar, esta belonave não saiu do porto durante 197 dias", informou o jornal britânico.

Esse uso escasso foi causado pelo fato dos motores produzidos pela empresa Rolls Royce não serem aptos para navegar em águas quentes.

A companhia insiste que o Ministério da Defesa britânico não informou que planejava usar os seus destroieres em águas quentes durante tanto tempo e, precisamente por isso, seus motores não foram desenhados para navegar em tal ambiente.

Atualmente, estão esperando que se efetue uma custosa reparação dos motores dos navios. Os trabalhos destinados a eliminar a deficiência deverão começar em 2020.

O Ministério da Defesa do Reino Unido reservou mais de 212 milhões de dólares (790 milhões de reais) para resolver o problema. As autoridades britânicas planejam instalar motores diesel adicionais para aumentar a potência dos navios e melhorar o funcionamento dos seus sistemas de propulsão.

A inação atual dos navios de guerra britânicos gerou temores que os navios-chave do Reino Unido se convertam em alvos perfeitos apesar de terem sido desenhados precisamente para proteger outros navios da Marinha Britânica contra ataques aéreos.

"É uma desgraça que o trabalho nestes barcos não tenha sido um assunto prioritário. Temos tão poucas fragatas e destroieres que deveríamos mover o céu e a terra para fazer este trabalho", declarou Alan West, ex-comandante da Marinha Britânica citado pela mídia.

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