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Erdogan: Rússia e Turquia decidirão que grupos deixarão zona de Idlib

Rússia e Turquia irão determinar em conjunto quais grupos radicais deverão deixar o território da zona desmilitarizada de Idlib, na Síria, segundo afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, neste domingo.
Sputnik

"Durante negociações sobre Idlib em Sochi, nós decidimos estabelecer uma zona desmilitarizada entre os territórios controlados pela oposição e pelo regime. A oposição permanecerá nos territórios que ela ocupa. Vamos garantir que os grupos radicais, designados em conjunto com a Rússia, não operem na região", disse Erdogan em artigo publicado pelo jornal russo Kommersant

Ainda de acordo com o líder turco, Washington segue atrapalhando o equilíbrio na região com seu apoio às Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG) e ao Partido da União Democrática (PYD) na Síria, considerados adversários de Ancara.

"Infelizmente, vemos que o apoio extraordinário que tem sido prestado recentemente, especialmente pelos Estados Unidos, às forças do YPG e do PYD, continua. Tais …

Falha perigosa provoca revisão maciça de rifles recém-modernizados nos EUA

O Exército e o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA estiveram investigando seus fuzis M-4 e M-16 após um disparo involuntário. O assunto complica-se devido ao fato que o rifle em questão acaba de ser modernizado.


Sputnik

A falha aconteceu no fim de março, mas foi tornada pública somente em junho, informa a mídia Task&Purpose.

Fuzis norte-americanos M-16 (foto de arquivo)
Fuzis M-16 norte-americanos © AP Photo / Sakchai Lalit

Um rifle M4A1 falhou ao disparar, e quando revisaram a arma, revelou-se que o seletor entre os modos automático e semiautomático estava travado. No momento de forçar o seletor manualmente produziu-se um disparo involuntário.

O incidente não deixou feridos, mas dado que a arma fazia parte de um programa de modernização recente, o Pentágono ordenou a investigação da falha e a revisão de outros rifles modernizados, escreve o comunicado.

O estudo de aproximadamente 52 mil rifles revelou que 6% das armas possuíam a mesma falha, e agora os militares norte-americanos têm que revisar mais de 900 mil fuzis automáticos em serviço.

A reparação poderia demorar até um ano e meio, segundo o Exército. Entretanto, foi divulgado um comunicado de segurança para conscientizar os militares sobre o problema encontrado.

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