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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Falha perigosa provoca revisão maciça de rifles recém-modernizados nos EUA

O Exército e o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA estiveram investigando seus fuzis M-4 e M-16 após um disparo involuntário. O assunto complica-se devido ao fato que o rifle em questão acaba de ser modernizado.


Sputnik

A falha aconteceu no fim de março, mas foi tornada pública somente em junho, informa a mídia Task&Purpose.

Fuzis norte-americanos M-16 (foto de arquivo)
Fuzis M-16 norte-americanos © AP Photo / Sakchai Lalit

Um rifle M4A1 falhou ao disparar, e quando revisaram a arma, revelou-se que o seletor entre os modos automático e semiautomático estava travado. No momento de forçar o seletor manualmente produziu-se um disparo involuntário.

O incidente não deixou feridos, mas dado que a arma fazia parte de um programa de modernização recente, o Pentágono ordenou a investigação da falha e a revisão de outros rifles modernizados, escreve o comunicado.

O estudo de aproximadamente 52 mil rifles revelou que 6% das armas possuíam a mesma falha, e agora os militares norte-americanos têm que revisar mais de 900 mil fuzis automáticos em serviço.

A reparação poderia demorar até um ano e meio, segundo o Exército. Entretanto, foi divulgado um comunicado de segurança para conscientizar os militares sobre o problema encontrado.

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