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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

Falha perigosa provoca revisão maciça de rifles recém-modernizados nos EUA

O Exército e o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA estiveram investigando seus fuzis M-4 e M-16 após um disparo involuntário. O assunto complica-se devido ao fato que o rifle em questão acaba de ser modernizado.


Sputnik

A falha aconteceu no fim de março, mas foi tornada pública somente em junho, informa a mídia Task&Purpose.

Fuzis norte-americanos M-16 (foto de arquivo)
Fuzis M-16 norte-americanos © AP Photo / Sakchai Lalit

Um rifle M4A1 falhou ao disparar, e quando revisaram a arma, revelou-se que o seletor entre os modos automático e semiautomático estava travado. No momento de forçar o seletor manualmente produziu-se um disparo involuntário.

O incidente não deixou feridos, mas dado que a arma fazia parte de um programa de modernização recente, o Pentágono ordenou a investigação da falha e a revisão de outros rifles modernizados, escreve o comunicado.

O estudo de aproximadamente 52 mil rifles revelou que 6% das armas possuíam a mesma falha, e agora os militares norte-americanos têm que revisar mais de 900 mil fuzis automáticos em serviço.

A reparação poderia demorar até um ano e meio, segundo o Exército. Entretanto, foi divulgado um comunicado de segurança para conscientizar os militares sobre o problema encontrado.

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