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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Guterres diz que ONU e Rússia continuam a trabalhar pela paz na Síria

Secretário-geral visitou a capital russa Moscou, onde se encontrou com o ministro das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, e o presidente do país, Vladimir Putin; num discurso, chefe da ONU disse que as relações de poder mundiais se tornaram menos claras.


Monica Grayley | ONU

O secretário-geral da ONU ressaltou a necessidade do multilateralismo para vencer os desafios dramáticos que o mundo enfrenta, como a mudança climática e o terrorismo. A declaração foi feita em Moscou, na Rússia, durante uma viagem oficial nesta quinta-feira.

António Guterres cumprimenta Vladimir Putin em Moscou | Kremlin

Guterres reuniu-se com o ministro das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, um dia após encontrar-se com o presidente Vladimir Putin.

Conflito

O chefe das Nações Unidas também disse que a ONU e a Rússia vão continuar a trabalhar juntas em várias questões incluindo a resolução do conflito na Síria.

Para o secretário-geral, o objetivo é alcançar uma Síria responsável pelo seu destino e onde todos os grupos sintam-se incluídos.

Na quinta-feira, depois da reunião com Lavrov, o secretário-geral fez um discurso no clube de discussão Valdai.

Guterres afirmou que “uma questão central no mundo de hoje” é que “as relações de poder se tornaram menos claras”. Segundo ele, isso significa que o mundo “está a caminhar para uma realidade de vários polos, mas que ainda não chegou lá”.

Ele também se reuniu com os chefes das agências da ONU na Rússia para comemorar os 70 anos de presença das Nações Unidas no país.

Hóquei

O chefe da ONU também esteve com o ex-jogador de hóquei Vyacheslav Fetisov, nomeado embaixador da ONU Meio Ambiente para Regiões Polares.

O jogador organiza um evento chamado "o último jogo de hóquei no gelo" para alertar para o problema do aquecimento global. Segundo os modelos climáticos, o Oceano Ártico estará sem gelo até 2040.

O jogo vai acontecer no Pólo Norte, na primavera do próximo ano, e vão participar jogadores de hóquei, outros atletas e povos indígenas do Ártico.

Viagem

Durante a viagem, o secretário-geral ainda teve um encontro com o patriarca da Rússia, Cirilo I, chefe da Igreja Ortodoxa Russa, onde falou sobre desigualdade social e a necessidade de ajudar os mais pobres.

Ainda em Moscou, Guterres assistiu à segunda participação de Portugal na Copa do Mundo. O país venceu o Marrocos por 1 a 0, na partida de quarta-feira.

No domingo, será a vez de um outro país lusófono entrar em campo. O Brasil enfrenta a Croácia às 9h da manhã, horário de Brasília.

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