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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Irã condena a ofensiva liderada pelos Emirados contra importante cidade portuária do Iêmen

O Irã condenou duramente um ataque militar liderado pelos Emirados contra a cidade portuária de Hudaydah, no Iêmen, o principal canal para a entrega de ajuda humanitária ao país devastado pela guerra, descartando qualquer solução militar para a crise iemenita.


Pars Today

Na quinta-feira, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã alertou que a ofensiva poderia piorar a já terrível situação humanitária na cidade portuária do Mar Vermelho.

Irã condena a ofensiva liderada pelos Emirados contra importante cidade portuária do Iêmen

Sob a cobertura aérea saudita, as forças apoiadas pelos Emirados lançaram a ofensiva na quarta-feira para capturar Hudaydah do movimento Houthi Ansarullah do Iêmen, que tem estado dirigindo assuntos do estado e defendendo a nação contra uma guerra liderada por Riad nos últimos três anos.

O ataque seguiu em frente, apesar das inúmeras advertências das organizações de direitos internacionais e das Nações Unidas, que disseram que a ação militar pode custar até 250.000 vidas e provocar uma catástrofe humanitária no país.

O diplomata iraniano disse ainda: "A crise no Iêmen não tem solução militar e recorrer à força levaria a lugar nenhum", pedindo o fim da invasão do empobrecido Estado da Península Arábica. “Esses crimes matariam o fraco luz de esperança pelos esforços políticos em andamento [para dar frutos] e simplesmente complicariam as condições”, acrescentou Qassemi.

O ataque de Hudaydah é considerado o maior de seu tipo desde que o regime saudita e seus aliados iniciaram a campanha sangrenta contra o Iêmen no início de 2015.

Ele é liderado pelos Emirados Árabes Unidos, uma força da aliança liderada pela Arábia Saudita. O movimento Houthi e as forças aliadas do Iêmen prometeram forte resistência diante da ofensiva militar. Eles destruíram um navio de guerra dos Emirados com mísseis na costa do Iêmen na quarta-feira, forçando um segundo navio de guerra a fugir do local.

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