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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Israel participará pela 1ª vez em manobras da OTAN perto da Rússia

Israel, que não pertence à OTAN, fará parte pela primeira vez dos exercícios militares anuais da Aliança conhecidos como Saber Strike, destinados a dissuadir a suposta ameaça russa, informa Haaretz.


Sputnik

As manobras, desenvolvidas nos países bálticos (Lituânia, Letônia e Estônia) e na Polônia, são lideradas pelos EUA e conta com a participação de 18 mil soldados de 19 países da OTAN. Os exercícios serão realizados de 13 a 15 de junho.

Exercícios militares da OTAN Saber Strike 2016, na Estônia
Militares em exercício da OTAN na Estônia © Sputnik / Sergei Stepanov

Israel está enviando algumas dezenas de soldados, que participarão da segunda fase das manobras, uma etapa menos extensa dos exercícios.

No domingo (3), o exército norte-americano na Europa declarou que as manobras são "uma demonstração de compromisso e solidariedade da Aliança", ressaltando que o Saber Strike "não é uma provocação à Rússia".

Previamente, o jornal Die Welt relatou, citando fontes diplomáticas de Bruxelas, que a Aliança estaria planejando enviar mais de 30 mil reservistas para a Europa, assim como centenas de aviões de combate e navios prontos para implantação rápida em caso de um ataque hipotético da Rússia.

Moscou negou planos de atacar qualquer membro da OTAN, ressaltando que a "ameaça russa" não passa de desculpa para militarizar ainda mais os arredores russos, estimulando, assim, conflitos.

A OTAN tem impulsionado presença militar nos países do Leste Europeu, desde o início da crise ucraniana, citando suposta interferência da Rússia nesse conflito como justificativa para a mudança.

A Rússia rejeitou repetidas vezes essas alegações, enfatizando que são as ações da OTAN na fronteira russa que estão desestabilizando a situação.

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