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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Japão avisa comunidade internacional para não elogiar Pyongyang pela vontade de diálogo

Em 2 de junho, o ministro da Defesa japonês, Itsunori Onodera, avisou a comunidade internacional para não elogiar a Coreia do Norte apenas por ter acordado em se empenhar no diálogo.


Sputnik

Ele disse que Pyongyang no passado tinha sido "conciliatório e pronto para cooperação" somente para voltar atrás. "Acho que é importante não elogiar a Coreia do Norte somente por que concordou em dialogar", sublinhou Onodera na cúpula de segurança em Singapura.

Soldado no polígono nuclear de Punggye-ri, no norte da Coreia do Norte
Militar norte-coreano © Sputnik / Ilya Pitalev

Entretanto, o seu colega canadense disse que não houve planos em Seul ou Washington de derrubar o governo norte-coreano ou acelerar a reunificação com o Sul.

"Não há nenhum plano que vise mudar ou derrubar o regime na Coreia do Norte. Não há planos para acelerar a reunificação, eles não buscam um pretexto para enviar tropas a norte do paralelo 38", declarou Harjit Singh Sajjan, ministro canadense.

Ele adicionou que as autoridades do Canadá apoiam totalmente as sanções internacionais e introduziram suas próprias restrições contra o país asiático para o obrigar a abandonar o programa nuclear.

O ministro frisou que se se deixar Pyongyang ter armas nucleares, isso poderia incentivar outros países a desenvolver seus próprios programas atômicos.

Anteriormente, o ministro da Defesa Nacional sul-coreano, Song Youngmoo, declarou que Seul tem uma política de "três nãos" em relação ao vizinho: não desejar o colapso da Coreia do Norte, não tentar a reunificação via absorção e não procurar a reunificação via meios artificiais.

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