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China convoca embaixador dos EUA após sanção por compra de jatos russos

O Ministério de Relações Exteriores da China convocou neste sábado o embaixador dos EUA em Pequim para protestar contra a decisão de Washington de sancionar uma agência militar chinesa e seu diretor após a compra de caças russos e de avançado sistema de mísseis terra-ar.
Reuters

O vice-ministro das Relações Exteriores chinês, Zheng Zeguang, convocou o embaixador Terry Branstad para apresentar “representações severas” e protestar contra as sanções, disse a pasta.

Mais cedo, o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Wu Qian, disse que a decisão da China de comprar caças e sistemas russos foi um ato normal de cooperação entre países soberanos, e que os Estados Unidos “não tinham o direito de interferir”.

Na quinta-feira, o Departamento de Estado dos EUA impôs sanções ao Departamento de Desenvolvimento de Equipamentos da China (EED, na sigla em inglês) depois que o órgão se envolveu em “transações significativas” com a Rosoboronexport, principal exportadora de armas da Rússia.

As sanções est…

Japão avisa comunidade internacional para não elogiar Pyongyang pela vontade de diálogo

Em 2 de junho, o ministro da Defesa japonês, Itsunori Onodera, avisou a comunidade internacional para não elogiar a Coreia do Norte apenas por ter acordado em se empenhar no diálogo.


Sputnik

Ele disse que Pyongyang no passado tinha sido "conciliatório e pronto para cooperação" somente para voltar atrás. "Acho que é importante não elogiar a Coreia do Norte somente por que concordou em dialogar", sublinhou Onodera na cúpula de segurança em Singapura.

Soldado no polígono nuclear de Punggye-ri, no norte da Coreia do Norte
Militar norte-coreano © Sputnik / Ilya Pitalev

Entretanto, o seu colega canadense disse que não houve planos em Seul ou Washington de derrubar o governo norte-coreano ou acelerar a reunificação com o Sul.

"Não há nenhum plano que vise mudar ou derrubar o regime na Coreia do Norte. Não há planos para acelerar a reunificação, eles não buscam um pretexto para enviar tropas a norte do paralelo 38", declarou Harjit Singh Sajjan, ministro canadense.

Ele adicionou que as autoridades do Canadá apoiam totalmente as sanções internacionais e introduziram suas próprias restrições contra o país asiático para o obrigar a abandonar o programa nuclear.

O ministro frisou que se se deixar Pyongyang ter armas nucleares, isso poderia incentivar outros países a desenvolver seus próprios programas atômicos.

Anteriormente, o ministro da Defesa Nacional sul-coreano, Song Youngmoo, declarou que Seul tem uma política de "três nãos" em relação ao vizinho: não desejar o colapso da Coreia do Norte, não tentar a reunificação via absorção e não procurar a reunificação via meios artificiais.

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