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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Japão: EUA apresentam a Pyongyang 47 exigências para sua completa desnuclearização

Os EUA apresentaram à Coreia do Norte 47 exigências para completar a desnuclearização da península coreana, segundo declarou neste domingo (17) o ministro das Relações Exteriores do Japão, Taro Kono, em entrevista ao canal de televisão NHK.


Pars Today

Kono precisou que o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, sublinhou durante a sua visita recente a Pyongyang que Washington entende como desnuclearização total a liquidação, "de forma verificável e irreversível", das armas nucleares e outras armas de destruição maciça, bem como de todas as instalações respetivas.

Japão: EUA apresentam a Pyongyang 47 exigências para sua completa desnuclearização

Nesse contexto, a Pyongyang foram apresentadas exigências em 47 pontos, assegurou o chanceler japonês, adicionando que se não ocorrer a desnuclearização completa, "não se eliminarão as sanções contra a Coreia do Norte".

"Estão conscientes disso", frisou Kono, que opina que Pyongyang "não se retirará do seu compromisso" de completar a desnuclearização.

Por outro lado, o chanceler reforçou que, apesar da cúpula entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, em Singapura, atualmente não está sendo considerada uma redução das Forças Armadas estadunidenses posicionadas na Coreia do Sul.

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