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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Justiça norte-americana fundamenta decisão de Trump de atacar Síria

Os ataques aéreos contra a Síria em abril de 2018 não exigiam autorização do Congresso por que se tratava dos interesses nacionais dos EUA, informa o portal Defense News com referência a relatório do Departamento de Justiça.


Sputnik

Na sexta-feira (1), o ministério apresentou um documento de 22 páginas que explica os ataques do exército norte-americano contra a Síria. O relatório estipula que o ataque visava apoiar a estabilidade na região, prevenir uma catástrofe humanitária e impedir o uso de armas químicas pelo inimigo, comunica o portal.

Lançamento de um míssil na Síria
Lançamento de míssil na Síria © REUTERS / Omar Sanadik

Além do mais, a instituição se refere a ataques aéreos por ordem dos anteriores presidentes norte-americanos sem autorização do Congresso. Em particular, cita os exemplos da Líbia e Iêmen durante o mandato do presidente Barack Obama.

Tal explicação causou uma onda de críticas no Congresso. Um senador até chamou-a de "delírio". Segundo ele, é absurdo que o presidente possa aplicar quando quiser a noção de "interesses nacionais" para justificar uma agressão militar e assim contornar o órgão.

Um membro da Câmara dos Representantes também apelou ao Congresso para responder de forma dura a tais ações porque, para ele, tais manifestações de força levam a uma guerra sem parar.

Em 14 de abril, os EUA, Reino Unido e França efetuaram ataques de mísseis contra objetivos governamentais sírios que alegadamente teriam sido usados para produção de armas químicas.

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