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Quem vai receber 'resposta esmagadora' do Irã pelo atentado em Ahvaz?

No sábado (22), militantes armados abriram fogo contra uma parada militar na cidade de Ahvaz, matando 29 pessoas e ferindo outras 60. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, que perdeu 12 de seus militares no atentado, prometeu que o Irã daria uma "resposta esmagadora" aos envolvidos no ataque. Mas de quem Teerã irá se vingar?
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A responsabilidade pelo atentado foi assumida pelo Movimento Democrático Patriótico Árabe de Ahvaz (Al-Ahvazia), ligado à Arábia Saudita.

O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, comentando a tragédia, afirmou que os atacantes receberam dinheiro da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos e que tinham sido apoiados pelos EUA.

Ex-chefe do Conselho de Cultura da administração presidencial iraniana, doutor Abbas Amirifar, acredita que por trás do ataque em Ahvaz estão países do Ocidente que "têm uma atitude hostil perante o Irã".

"Vale destacar que os terroristas que disseram estar envolvidos no atentado instalaram-se no Oc…

Justiça norte-americana fundamenta decisão de Trump de atacar Síria

Os ataques aéreos contra a Síria em abril de 2018 não exigiam autorização do Congresso por que se tratava dos interesses nacionais dos EUA, informa o portal Defense News com referência a relatório do Departamento de Justiça.


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Na sexta-feira (1), o ministério apresentou um documento de 22 páginas que explica os ataques do exército norte-americano contra a Síria. O relatório estipula que o ataque visava apoiar a estabilidade na região, prevenir uma catástrofe humanitária e impedir o uso de armas químicas pelo inimigo, comunica o portal.

Lançamento de um míssil na Síria
Lançamento de míssil na Síria © REUTERS / Omar Sanadik

Além do mais, a instituição se refere a ataques aéreos por ordem dos anteriores presidentes norte-americanos sem autorização do Congresso. Em particular, cita os exemplos da Líbia e Iêmen durante o mandato do presidente Barack Obama.

Tal explicação causou uma onda de críticas no Congresso. Um senador até chamou-a de "delírio". Segundo ele, é absurdo que o presidente possa aplicar quando quiser a noção de "interesses nacionais" para justificar uma agressão militar e assim contornar o órgão.

Um membro da Câmara dos Representantes também apelou ao Congresso para responder de forma dura a tais ações porque, para ele, tais manifestações de força levam a uma guerra sem parar.

Em 14 de abril, os EUA, Reino Unido e França efetuaram ataques de mísseis contra objetivos governamentais sírios que alegadamente teriam sido usados para produção de armas químicas.

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