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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Kiev relata morte de 3 militares na zona de conflito em Donbass

O centro de imprensa da Operação de Forças Conjuntas da Ucrânia informou que 3 soldados ucranianos foram mortos e outros 3 ficaram feridos em 27 de junho por conta das violações do cessar-fogo em Donbass.


Sputnik

De acordo com o relatório, durante a quarta-feira (27), as forças de Donetsk e Lugansk lançaram 32 ataques contra as posições do exército ucraniano, usando quatro vezes armas pesadas, proibidas pelos acordos de Minsk.

Combatentes da autoproclamada República Popular de Donetsk
Combatentes da República Popular de Donetsk © Sputnik / Dan Levy

Desde abril de 2014, a Ucrânia realizou uma operação contra o leste de seu território, onde as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk foram proclamadas em resposta à violenta mudança de governo que ocorreu em Kiev em fevereiro do mesmo ano.

Os acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015, lançaram as bases para uma solução política para o conflito, mas ainda não levaram ao da violência.

De acordo com os dados da ONU, o conflito no leste ucraniano já causou mais 10.300 mortos.

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