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Militares venezuelanos exilados declaram lealdade à Assembleia Nacional

Grupo de militares exilados no Peru desconhece governo de Maduro e se coloca às ordens do presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, "na condição de presidente interino do país".
Deutsch Welle

Um grupo de militares venezuelanos exilados no Peru se colocou à disposição e sob as ordens do presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó. Em uma transmissão televisiva nesta quarta-feira (16/01), os militares leram uma declaração em que expressaram seu apoio à Assembleia Nacional e rejeitaram o governo de Nicolás Maduro.


Nesta terça-feira (15/01), a Assembleia Nacional da Venezuela declarou formalmente Maduro um "usurpador" da presidência, o que significa que o Poder Legislativo não reconhece o novo mandato do líder venezuelano, reeleito em 2018 em eleições amplamente contestadas. O parlamento defende a criação de um governo de transição e novas eleições o quanto antes.

"Invocando a Constituição da República Bolivariana da Venezuela, nossos mais altos valores repub…

Kiev relata morte de 3 militares na zona de conflito em Donbass

O centro de imprensa da Operação de Forças Conjuntas da Ucrânia informou que 3 soldados ucranianos foram mortos e outros 3 ficaram feridos em 27 de junho por conta das violações do cessar-fogo em Donbass.


Sputnik

De acordo com o relatório, durante a quarta-feira (27), as forças de Donetsk e Lugansk lançaram 32 ataques contra as posições do exército ucraniano, usando quatro vezes armas pesadas, proibidas pelos acordos de Minsk.

Combatentes da autoproclamada República Popular de Donetsk
Combatentes da República Popular de Donetsk © Sputnik / Dan Levy

Desde abril de 2014, a Ucrânia realizou uma operação contra o leste de seu território, onde as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk foram proclamadas em resposta à violenta mudança de governo que ocorreu em Kiev em fevereiro do mesmo ano.

Os acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015, lançaram as bases para uma solução política para o conflito, mas ainda não levaram ao da violência.

De acordo com os dados da ONU, o conflito no leste ucraniano já causou mais 10.300 mortos.

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