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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Lockheed Martin entrega 300º caça F-35 aos militares dos EUA após anos de obstáculos

A construtora de aeronaves estadunidense Lockheed Martin produziu e entregou o 300º caça F-35 às Forças Armadas dos EUA, informou a empresa na segunda-feira, uns meses após o Pentágono ter suspendido a aceitação dos aviões.


Sputnik

Em abril, o Departamento de Defesa dos EUA deixou de aceitar caças F-35 devido a uma disputa financeira. Em particular, a Lockheed Martin e o Pentágono não chegaram a acordo sobre quem deveria pagar os custos de uma falha na linha de produção. Por causa desta última, aviões de quinta geração saiam da linha de montagem com problemas de corrosão nos painéis exteriores.

Caça F-35 da Força Aérea dos Estados Unidos, foto de arquivo
F-35 Lightining II © AP Photo / Rick Bowmer

O problema foi resolvido apenas em março, quando o Pentágono reautorizou as entregas da aeronave.

A construtora levou mais de sete anos para produzir 300 aviões F-35, cujo projeto ao longo dos anos tem sido chamado de controverso e caro.

A atual velocidade de produção da empresa é de sete a nove aeronaves por mês, mas a Lockheed Martin espera aumentá-la até 12 a 15 aviões por mês nos próximos anos, segundo informou anteriormente o vice-almirante Mat Winter, da Marinha dos EUA.

Anteriormente, o militar já expressou descontentamento com o modo de a Lockheed Martin negociar, em particular com preços bastante altos e falta de colaboração.

"Poderíamos ter firmado este acordo mais rápido […] Eles escolheram não fazer isso, é uma tática de negociação", disse Winter à revista MilitaryWatch, sublinhando que a empresa não presta detalhes suficientes sobre o custo de produção de cada avião.

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