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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

Maiores exercícios navais internacionais começam no Havaí, Brasil está entre participantes

Os maiores exercícios navais RIMPAC 2018 (Rim of the Pacific Exercise) começam nesta quarta-feira (27) na área do arquipélago do Havaí e contarão com a participação de 26 países com exceção da China, que este ano não recebeu convite dos EUA devido às tensões em torno do mar do Sul da China.


Sputnik

Segundo a Marinha dos Estados Unidos, das manobras participarão no total 47 navios, cinco submarinos, mais de 200 aviões e 25 mil militares.

Porta-aviões USS George H.W. Bush, foto de arquivo
Porta-aviões norte-americano USS George H. W. Bush © AP Photo / Claude Paris

Desde 27 de junho até 2 de agosto, os participantes treinarão ações durante desastres naturais, desembarque, combate à pirataria, operações contra submarinos e aviões do inimigo convencional, realizarão lançamento de mísseis, entre outras missões.

Os RIMPAC 2018 contam com a participação de tais países como a Austrália, Canadá, França, Alemanha, Índia, México, Holanda, Coreia do Sul, Singapura, Tailândia, Reino Unido e outros. Dos exercícios participarão também pela primeira vez o Brasil, Israel, Sri Lanka e Vietnã.

Porém, neste ano China não fará parte das manobras, pois o Pentágono retirou em maio seu convite a Pequim, argumentando a medida com a "militarização dos territórios disputados no mar do Sul da China". Há alguns meses atrás, um grupo de bombardeiros estratégicos chineses H-6K aterrissou e decolou pela primeira vez no aeródromo em uma das ilhas no mar do Sul da China, disputadas pela China e seus vizinhos.

Segundo Washington, isso faz aumentar as tensões e desestabiliza a região, o que contradiz os princípios dos RIMPAC. Pequim, por sua parte, qualificou as acusações de Washington de infundadas. 

As manobras navais RIMPAC, organizadas pelos EUA, são realizadas a cada dois anos perto de Honolulu, Havaí. Os exercícios decorreram pela primeira vez em 1971, neste ano será a 26ª edição.

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