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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Maiores exercícios navais internacionais começam no Havaí, Brasil está entre participantes

Os maiores exercícios navais RIMPAC 2018 (Rim of the Pacific Exercise) começam nesta quarta-feira (27) na área do arquipélago do Havaí e contarão com a participação de 26 países com exceção da China, que este ano não recebeu convite dos EUA devido às tensões em torno do mar do Sul da China.


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Segundo a Marinha dos Estados Unidos, das manobras participarão no total 47 navios, cinco submarinos, mais de 200 aviões e 25 mil militares.

Porta-aviões USS George H.W. Bush, foto de arquivo
Porta-aviões norte-americano USS George H. W. Bush © AP Photo / Claude Paris

Desde 27 de junho até 2 de agosto, os participantes treinarão ações durante desastres naturais, desembarque, combate à pirataria, operações contra submarinos e aviões do inimigo convencional, realizarão lançamento de mísseis, entre outras missões.

Os RIMPAC 2018 contam com a participação de tais países como a Austrália, Canadá, França, Alemanha, Índia, México, Holanda, Coreia do Sul, Singapura, Tailândia, Reino Unido e outros. Dos exercícios participarão também pela primeira vez o Brasil, Israel, Sri Lanka e Vietnã.

Porém, neste ano China não fará parte das manobras, pois o Pentágono retirou em maio seu convite a Pequim, argumentando a medida com a "militarização dos territórios disputados no mar do Sul da China". Há alguns meses atrás, um grupo de bombardeiros estratégicos chineses H-6K aterrissou e decolou pela primeira vez no aeródromo em uma das ilhas no mar do Sul da China, disputadas pela China e seus vizinhos.

Segundo Washington, isso faz aumentar as tensões e desestabiliza a região, o que contradiz os princípios dos RIMPAC. Pequim, por sua parte, qualificou as acusações de Washington de infundadas. 

As manobras navais RIMPAC, organizadas pelos EUA, são realizadas a cada dois anos perto de Honolulu, Havaí. Os exercícios decorreram pela primeira vez em 1971, neste ano será a 26ª edição.

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