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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Mais um ataque da coalizão internacional mata 8 civis na Síria, relata mídia

A coalizão internacional encabeçada pelos EUA efetuou um novo ataque aéreo contra civis no território sírio, comunicou uma agência de notícias do país, citando uma fonte local.


Sputnik

A "coalizão internacional' realizou mais uma carnificina, na sequência da qual morreram oito membros da mesma família na povoação de Dib-Haddadj, no sudeste da província de Al-Hasakah", diz o comunicado publicado pela SANA.

Ataque aéreo da coalizão internacional na Síria (foto de arquivo)
Ataque da coalizão liderada pelos EUA à Síria © AP Photo / Bram Janssen

As respectivas forças efetuam regularmente ataques aéreos que resultam na morte de civis sírios. Assim, em 2 de maio as mídias sírias comunicaram sobre a morte de 25 pessoas em resultado de um ataque aéreo contra o povoado de Al-Fadil.

Dez dias depois, foi revelado que a coalizão tinha bombardeado duas povoações na província de Al-Hasakah matando 17 pessoas, inclusive mulheres e crianças.

Os representantes do próprio agrupamento militar reconhecem que desde agosto de 2014, ou seja, desde o começo da operação Resolução Inerente, quase 900 civis morreram na sequência de seus bombardeios na Síria e no Iraque.

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