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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Mais um ataque da coalizão internacional mata 8 civis na Síria, relata mídia

A coalizão internacional encabeçada pelos EUA efetuou um novo ataque aéreo contra civis no território sírio, comunicou uma agência de notícias do país, citando uma fonte local.


Sputnik

A "coalizão internacional' realizou mais uma carnificina, na sequência da qual morreram oito membros da mesma família na povoação de Dib-Haddadj, no sudeste da província de Al-Hasakah", diz o comunicado publicado pela SANA.

Ataque aéreo da coalizão internacional na Síria (foto de arquivo)
Ataque da coalizão liderada pelos EUA à Síria © AP Photo / Bram Janssen

As respectivas forças efetuam regularmente ataques aéreos que resultam na morte de civis sírios. Assim, em 2 de maio as mídias sírias comunicaram sobre a morte de 25 pessoas em resultado de um ataque aéreo contra o povoado de Al-Fadil.

Dez dias depois, foi revelado que a coalizão tinha bombardeado duas povoações na província de Al-Hasakah matando 17 pessoas, inclusive mulheres e crianças.

Os representantes do próprio agrupamento militar reconhecem que desde agosto de 2014, ou seja, desde o começo da operação Resolução Inerente, quase 900 civis morreram na sequência de seus bombardeios na Síria e no Iraque.

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