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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Mídia: EUA não vão intervir no sul da Síria para apoiar forças da oposição a Assad

As facções rebeldes sírias não devem contar com o apoio dos EUA em sua luta contra as tropas do governo no sul da Síria, segundo uma mensagem de Washington obtida pela agência de notícias Reuters.


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"Você não deve basear suas decisões na pressuposição ou expectativa de uma intervenção militar nossa", disse a mensagem enviada de forma particular, acrescentando que o governo dos EUA "entende as condições difíceis que você está enfrentando".

Um combatente do Exército Livre da Síria é visto na área de Yadouda em Deraa, na Síria, em 29 de maio de 2018.
Combatente do Exército Livre da Síria © REUTERS / Alaa Al-Faqir/File Photo

As declarações foram feitas depois que o Ministério da Defesa da Rússia informou que pelo menos cinco soldados sírios foram mortos e outros 19 feridos em um ataque da Frente al-Nusra às forças do governo na zona de desescalada no sul.

O Ministério observou que os comandantes de campo do Exército Livre da Síria (FSA), que recentemente anunciou apoio ao governo legítimo do país após anos lutando ao lado da oposição, pediram ajuda a Damasco por meio do Centro Russo para a Reconciliação Síria.

Segundo a pasta, as unidades do FSA se juntaram às forças do governo em 11 assentamentos no sul do país para combater os militantes da Frente al-Nusra e Daesh (autodenominado Estado Islâmico).

Zonas de desescalada

A situação na área aumentou agora que o Exército sírio lançou uma operação antiterrorista na região.

No início desta semana, a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, expressou a esperança de que a Rússia "faça sua parte para respeitar e reforçar o cessar-fogo [na Síria] que ajudou a estabelecer". Haley também pediu à Rússia "que use a influência que precisa para deter qualquer ação desestabilizadora no sudoeste e na Síria".

Com a maior parte do território já liberada pelas forças do governo apoiadas pela Força Aérea Russa, a Síria ainda ainda tem bolsões controlados por terroristas, principalmente nas áreas a sudoeste protegidas pelos EUA.

Um total de quatro zonas de desescalação foram estabelecidas na Síria após as negociações de paz de Astana, incluindo uma zona de desescalada no sul, localizada nas províncias de Daraa e Quneitra.

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