Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Mídia: EUA não vão intervir no sul da Síria para apoiar forças da oposição a Assad

As facções rebeldes sírias não devem contar com o apoio dos EUA em sua luta contra as tropas do governo no sul da Síria, segundo uma mensagem de Washington obtida pela agência de notícias Reuters.


Sputnik

"Você não deve basear suas decisões na pressuposição ou expectativa de uma intervenção militar nossa", disse a mensagem enviada de forma particular, acrescentando que o governo dos EUA "entende as condições difíceis que você está enfrentando".

Um combatente do Exército Livre da Síria é visto na área de Yadouda em Deraa, na Síria, em 29 de maio de 2018.
Combatente do Exército Livre da Síria © REUTERS / Alaa Al-Faqir/File Photo

As declarações foram feitas depois que o Ministério da Defesa da Rússia informou que pelo menos cinco soldados sírios foram mortos e outros 19 feridos em um ataque da Frente al-Nusra às forças do governo na zona de desescalada no sul.

O Ministério observou que os comandantes de campo do Exército Livre da Síria (FSA), que recentemente anunciou apoio ao governo legítimo do país após anos lutando ao lado da oposição, pediram ajuda a Damasco por meio do Centro Russo para a Reconciliação Síria.

Segundo a pasta, as unidades do FSA se juntaram às forças do governo em 11 assentamentos no sul do país para combater os militantes da Frente al-Nusra e Daesh (autodenominado Estado Islâmico).

Zonas de desescalada

A situação na área aumentou agora que o Exército sírio lançou uma operação antiterrorista na região.

No início desta semana, a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, expressou a esperança de que a Rússia "faça sua parte para respeitar e reforçar o cessar-fogo [na Síria] que ajudou a estabelecer". Haley também pediu à Rússia "que use a influência que precisa para deter qualquer ação desestabilizadora no sudoeste e na Síria".

Com a maior parte do território já liberada pelas forças do governo apoiadas pela Força Aérea Russa, a Síria ainda ainda tem bolsões controlados por terroristas, principalmente nas áreas a sudoeste protegidas pelos EUA.

Um total de quatro zonas de desescalação foram estabelecidas na Síria após as negociações de paz de Astana, incluindo uma zona de desescalada no sul, localizada nas províncias de Daraa e Quneitra.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas