Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Mídia revela calcanhar de Aquiles norte-americano

Os EUA são vulneráveis perante ameaças externas por parte da Rússia, China e Coreia do Norte como nunca antes, escreve a revista The National Interest.


Sputnik

A edição cita um especialista norte-americano, de acordo com o qual os EUA não poderão responder a uma potencial agressão por parte destes países no caso de um conflito militar.

Exército dos EUA nos veículos blindados
Tropa dos EUA © AFP 2018 / ROMEO GACAD

Refira-se que a Coreia do Norte possui dezenas de ogivas nucleares. Durante o último ano o país também avançou na elaboração de tecnologias de instalação destas ogivas em vários tipos de mísseis balísticos intercontinentais.

De acordo com o especialista, Washington também não está protegido contra uma potencial ameaça proveniente de Moscou. Na sua avaliação, o arsenal nuclear russo supera significativamente o estadunidense. Na publicação se assinala que a Rússia planejou construir cidades e centros de comando subterrâneos no caso de um conflito nuclear. A partir destas instalações, as autoridades políticas e militares do país poderiam travar e, talvez, ganhar uma guerra contra os Estados Unidos.

O autor do artigo supõe que a Rússia pode ser capaz de derrubar a maioria das ogivas lançadas pelos EUA.

Além do mais, os EUA são vulneráveis perante a China. Nos túneis subterrâneos chineses podem ser posicionados centenas de mísseis balísticos móveis equipados com ogivas nucleares. E o seu número, conforme o autor, é maior do que norte-americano.

Para concluir, o autor ressalta que Washington nunca antes foi tão vulnerável perante ameaças externas. Na sua opinião, as autoridades norte-americanas têm que acelerar os ritmos de aumento do potencial nuclear do país e abandonar o START III (Tratado de Redução de Armas Estratégicas).

Postar um comentário

Postagens mais visitadas