Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Mídia europeia explica como sistema russo S-400 se tornou 'hit de exportações'

Os sistemas russos de defesa antiaérea S-400 têm gerado cada vez mais interesse por parte dos outros países e se tornaram mesmo um "hit de exportações" no mercado internacional de armamentos, opina a mídia alemã.
Sputnik

Segundo escreveu o jornal Die Welt, a China adquiriu este sistema em janeiro deste ano, a Turquia irá recebê-lo no ano que vem e, em outubro passado, a Índia passou também a estar entre os importadores desta arma, assinando um contrato no valor de mais de 5 bilhões de dólares (quase 19 bilhões de reais) com a empresa estatal russa de exportação de armas.


Em opinião dos especialistas citados pela edição, no que tange às características técnicas, os complexos S-400 superam os análogos norte-americanos. Em particular, os S-400 são capazes de eliminar alvos diferentes em altitudes de até 30 quilômetros, em um raio de 400 quilômetros, podendo ser equipados com mísseis de alcances diferentes.

Já o conhecido sistema norte-americano Patriot, instalado inclusive na Europ…

Netanyahu: governo de Assad 'não é mais imune' à retaliação israelense

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Natanyahu, concluiu sua turnê diplomática pela Europa, onde fez negociações com os líderes da França, Alemanha e Reino Unido sobre o acordo iraniano e a situação na Síria.


Sputnik

Segundo Netanyahu, o governo do presidente sírio Bashar Assad "não é mais imune" à retaliação israelense.

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense
Benjamin Netanyahu © REUTERS / Stephane Mahe

"Ele [Assad] não é mais imune, seu regime não é mais imune. Se ele nos atacar, destruiremos suas forças", declarou Netanyahu, citado pelo jornal The Times of Israel.

O premiê de Israel também advertiu que o governo sírio pagará pela crescente presença militar iraniana na Síria.

"A Síria deve entender que Israel não vai tolerar a consolidação militar iraniana na Síria contra Israel […] As consequências não serão meramente para as forças iranianas por lá, mas também para o regime de Assad", avisou Netanyahu.

A declaração surge ao fim da visita diplomática de Netanyahu à Europa, cujo único objetivo foi, como ele mesmo admitiu, "trazer um acordo internacional que o Irã sairia da Síria".

Israel e Síria têm trocado repetidos ataques na área fronteiriça, incluindo as disputadas Colinas de Golã — região que foi capturada por Israel como resultado da Guerra dos Seis Dias de 1967 e anexada formalmente 14 anos depois. Apesar de muitas críticas, o governo israelense tem se recusado a devolver o território à Síria. O próprio Netanyahu disse recentemente que isso "jamais aconteceria".

Anteriormente, nesta quinta-feira (7), The Times of Israel relatou, citando altos diplomatas, que a chanceler alemã Angela Merkel, o presidente francês Emmanuel Macron e a premiê britânica Theresa May, teriam chegado a um "acordo abrangente" sobre a necessidade de remover completamente o que foi descrito como "presença militar iraniana" da Síria.

"Meu objetivo foi orientar os países líderes da Europa para se oporem à expansão contínua do Irã", disse Netanyahu, citado pelo jornal.

De acordo com a fonte, Netanyahu também tentou persuadir os líderes europeus a seguirem o exemplo de Donald Trump e saírem do acordo nuclear iraniano, mas a premiê britânica Theresa May supostamente rejeitou a proposta.

As tensões entre Tel Aviv e Teerã têm aumentado recentemente com Israel acusando Irã de fortalecer sua presença militar na Síria e tendo realizado uma série de ataques contra alegadas instalações iranianas no território sírio.

Postar um comentário

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas