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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Nos EUA, radioamadores interceptam sinal para 'início de guerra nuclear'

Na madrugada desta quarta-feira (27), as forças nucleares dos EUA treinaram ações para o caso de início de uma guerra nuclear. De bases aéreas nas costas do Atlântico e Pacífico levantaram voo bombardeiros estratégicos B-52 Stratofortress e B-2 Spirit, treinando como evitar serem atingidos por ataques nucleares do adversário convencional.


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A trajetória de voo dos bombardeiros foi registrada pelos serviços de monitoramento de tráfego aéreo. Um B-52 decolou da base aérea de Barksdale, em Louisiana, percorreu cerca de 150 milhas (241,5 km) sobre o Pacífico e regressou à base. Em seguida, outro B-52 levantou voo da base de Eugene, no Oregon. Atingindo o litoral, o último voltou à base.

Avião militar norte-americano B-2 Spirit
© flickr.com / AereiMilitari.org

Um par de bombardeiros furtivos B-2 decolou da base de Whiteman, em Missouri, percorreu uma trajetória de 200 milhas (321,8 km) e desapareceu dos radares, tendo desligado pelo visto os transponders.

Enquanto isso, vários radioamadores interceptaram conversações dos pilotos de um B-52 com o seu comando, comunicou a edição The Drive. As conversações não estavam cifradas.

De acordo com a edição, se tratou de uma ordem sobre ações de emergência (EAM na sigla em inglês), um comando enviado às Forças Nucleares dos EUA para estas atuarem de acordo com o cenário de um ataque global ou limitado. A EAM é transmitida em todas as frequências usadas para recepção pelas guarnições dos mísseis no solo, no ar e debaixo d’água.

A mensagem é uma ordem direta para ação. Em caso de recepção dela em condições de guerra real, o B-52 lançaria contra os alvos previamente determinados 20 mísseis de cruzeiro AGM-86B equipadas com ogivas termonucleares.

Segundo a edição, para utilizar as armas nucleares, nos computadores dos B-52 devem ser introduzidos códigos especiais e, antes do lançamento do míssil, cada membro da tripulação deve apertar um botão especial de concordância. Caso eles não o façam, a Terceira Guerra Nuclear não começará.

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