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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
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De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Nos EUA, radioamadores interceptam sinal para 'início de guerra nuclear'

Na madrugada desta quarta-feira (27), as forças nucleares dos EUA treinaram ações para o caso de início de uma guerra nuclear. De bases aéreas nas costas do Atlântico e Pacífico levantaram voo bombardeiros estratégicos B-52 Stratofortress e B-2 Spirit, treinando como evitar serem atingidos por ataques nucleares do adversário convencional.


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A trajetória de voo dos bombardeiros foi registrada pelos serviços de monitoramento de tráfego aéreo. Um B-52 decolou da base aérea de Barksdale, em Louisiana, percorreu cerca de 150 milhas (241,5 km) sobre o Pacífico e regressou à base. Em seguida, outro B-52 levantou voo da base de Eugene, no Oregon. Atingindo o litoral, o último voltou à base.

Avião militar norte-americano B-2 Spirit
© flickr.com / AereiMilitari.org

Um par de bombardeiros furtivos B-2 decolou da base de Whiteman, em Missouri, percorreu uma trajetória de 200 milhas (321,8 km) e desapareceu dos radares, tendo desligado pelo visto os transponders.

Enquanto isso, vários radioamadores interceptaram conversações dos pilotos de um B-52 com o seu comando, comunicou a edição The Drive. As conversações não estavam cifradas.

De acordo com a edição, se tratou de uma ordem sobre ações de emergência (EAM na sigla em inglês), um comando enviado às Forças Nucleares dos EUA para estas atuarem de acordo com o cenário de um ataque global ou limitado. A EAM é transmitida em todas as frequências usadas para recepção pelas guarnições dos mísseis no solo, no ar e debaixo d’água.

A mensagem é uma ordem direta para ação. Em caso de recepção dela em condições de guerra real, o B-52 lançaria contra os alvos previamente determinados 20 mísseis de cruzeiro AGM-86B equipadas com ogivas termonucleares.

Segundo a edição, para utilizar as armas nucleares, nos computadores dos B-52 devem ser introduzidos códigos especiais e, antes do lançamento do míssil, cada membro da tripulação deve apertar um botão especial de concordância. Caso eles não o façam, a Terceira Guerra Nuclear não começará.

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