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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

'Novos jogos' dos EUA: especialista comenta ataque contra exército sírio

O Pentágono negou realização de ataques da coalizão ocidental contra tropas sírias. O especialista Vladimir Fitin contou sua versão do acontecido para o serviço russo da Rádio Sputnik.


Sputnik

O Pentágono está refutando notícias quanto a ataques da Força Aérea dos EUA ou Forças Armadas da coalizão contra tropas sírias na região de Al-Bukamal.

Combatentes de oposição passando pela área de al-Breij, Síria
Terroristas em al-Breij, Síria © AFP 2018 / Fadi al-Halabi

"Não se trata de ataque efetuado pelos EUA ou pela coalizão", declarou à Sputnik o porta-voz do Pentágono, Adrian Rankine-Galloway.

Mais anteriormente, a agência de notícias síria SANA relatou que forças da coalizão internacional, lideradas pelos EUA, atacaram posições do exército sírio na província de Deir ez-Zor, deixando mortos e feridos.

Vale destacar que o representante oficial do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov, declarou, citando informações de alguns canais, que o Exército Livre da Síria e forças especiais dos EUA estariam preparando uma provocação com uso de substâncias químicas na província de Deir ez-Zor.

O especialista russo do Instituto de Estudos Estratégicos, Vladimir Fitin, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, avaliou a situação.

"São muito provavelmente novos jogos dos norte-americanos. O objetivo dos EUA é impedir estabilização da situação na Síria. Com tais ações eles tentam preservar o controle do nordeste da Síria nas mãos das forças que eles apoiam, ou seja, da região de Deir ez-Zor a Al-Bukamal. O mesmo acontece no sul, na região de Al-Tanf, onde está sua base. Tentam de todas as formas impedir que o poder do governo legítimo se espalhe por estas regiões. Por isso, são possíveis quaisquer provocações aqui, que vão de inúmeros casos de alegado uso de armas químicas a ataques aéreos que, sem dúvidas, ninguém confessa [ter realizado]. Parando para pensar, em quais interesses são realizados os ataques a não ser os da coalizão liderada pelos EUA? Além disso, ninguém tem armamento deste tipo, somente eles", afirmou Fitin.

As ações da coalizão internacional vêm causando morte constante de civis na Síria. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia reafirma que as ações dos EUA e da coalizão internacional são efetuadas sem autorização de Damasco.

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