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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

Outro delírio? Ucrânia propõe converter Crimeia em ilha

A Ucrânia pode transformar a Crimeia em uma ilha, escavando um canal na fronteira com a península, disse Anatoly Lopata, ex-chefe das Forças Armadas da Ucrânia.


Sputnik

O coronel-general aposentado considera que, assim, Kiev poderá lutar contra o domínio russo no espaço marítimo ao redor da Crimeia.

Península da Crimeia
Península da Crimeia © Sputnik / Aleksei Malgavko

"Visto que hoje a Rússia está presente na Crimeia, Moscou domina seu espaço marítimo. Podemos separar a península do continente com a ajuda de um canal, então vamos transformá-la em uma ilha", disse Lopata em uma entrevista ao portal ucraniano Obozrevatel.

De acordo com o militar, o canal deve ter 100 metros de largura, pois tal distância é necessária para os navios navegarem através dele.

Esta não é a primeira vez que a Ucrânia propõe a implementação de uma iniciativa controversa.

Em maio de 2015, o ex-premiê ucraniano Arseny Yatseniuk anunciou o início da construção de uma fronteira real com a Rússia, na parte oriental da Ucrânia. O projeto recebeu o nome de "Stena" (muro) e mais tarde foi rebatizado como Muro Europeu.

Apesar do nome tão pomposo, na realidade o muro é uma fortificação bastante simples, feita de barras e arame farpado.

Na Suprema Rada — parlamento ucraniano — a construção foi chamada de "buraco no valor de 3,9 bilhões de grívnias [mais de R$ 562,6 milhões]".

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