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Vídeo mostra momento do encontro do submarino argentino Ara San Juan

Profissionais que operavam um dos veículos submarinos foram os primeiros a ver em tela as imagens da embarcação, que estava desaparecida desde 15 de novembro do ano passado. Submarino foi localizado a 907 metros de profundidade.
Por G1

Um vídeo divulgado neste domingo (18) mostra as primeiras imagens do submarino Ara San Juan, no momento em que profissionais da empresa Ocean Infinity o localizaram. O encontro foi anunciado pela Marinha da Argentina na madrugada de sábado.


No vídeo é possível ver quando a equipe que opera um dos veículos que fazia as buscas vê a embarcação pela primeira vez em uma região de cânions (espécie de rios submarinos), a 907 metros de profundidade, e a 600 km da cidade de Comodoro Rivadavia.

O Ara San Juan desapareceu em 15 de novembro de 2017, com 44 pessoas a bordo, e sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma á…

Palavras que não valem nada? Analista sobre o 'reconhecimento' da Crimeia por Trump

Segundo os jornalistas, o presidente dos EUA, Donald Trump, não descartou a possibilidade de considerar a Crimeia como parte integrante da Rússia. O analista Stanislav Byshok comentou essa declaração de Trump.


Sputnik

Em 29 de junho, durante seu briefing na Casa Branca, Trump não descartou reconhecer a Crimeia como parte da Rússia, bem como retirar as sanções aplicadas a Moscou.

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Ponte da Crimeia

"É um estilo comum de Trump – mostrar incerteza e que tudo pode mudar […] Para os EUA em geral e para o próprio Trump a Crimeia não representa um grande valor, porque tem outras tarefas", afirmou o especialista ao canal RT.

Segundo Byshok, o presidente dos EUA entende que a península da Crimeia é importante para a Rússia e, por isso, no contexto do futuro encontro com o presidente da Rússia Vladimir Putin, decidiu "ampliar o espaço para a incerteza e oportunidades".

"Entretanto, há que entender que Trump não é uma pessoa omnipotente, no país existe um sistema de freios e contrapesos. Consequentemente, mesmo que desejasse com todo o seu coração reconhecer a Crimeia [como parte integrante da Rússia], levantar as sanções e assim por diante, isso não acontecerá", explicou o analista.

Ele acrescentou que entre os Partidos Democrata e Republicano dos EUA ainda há um "estável consenso antirrusso", por isso agora é impossível que Washington levante as sanções ou reconheça a Crimeia.

"O objetivo de Trump é ser reeleito para o próximo mandato. Por isso não deve brigar, pelo menos, com sua base, o Partido Republicano. Tendo em consideração que os republicanos acham que a Rússia é um Estado hostil […] nenhuma coisa vai ser reconhecida. Mas Trump, sendo negociador experiente, pode faz essas reverências que não valem nada", concluiu ele.

Desde 2014, as relações entre Moscou e Washington se deterioraram devido à crise na Ucrânia e à reunificação da Crimeia à Rússia após um referendo. Os Estados Unidos e seus aliados não reconhecem os resultados do referendo, mas a Rússia sustenta que o plebiscito foi realizado em plena conformidade com o direito internacional.

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