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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Pentágono anuncia suspensão das manobras conjuntas dos EUA e Coreia do Sul

A decisão foi tomada depois da declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, que disse ser inadequado realizar "jogos de guerra" na região para que se possa negociar um acordo com Pyongyang.


Sputnik

Durante a coletiva de imprensa depois da cúpula entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, em Singapura em 12 de junho, Trump disse que é inadequado realizar "jogos de guerra" na região para negociar um acordo com Pyongyang.

Lançamento do sistema de míssil Hyunmoo II durante manobras conjuntas da Coreia do Sul e dos EUA em local desconhecido, julho de 2017
Lançamento de mísseis sul-coreanos Hyummoo II © AP Photo / Ministério da Defesa da Coreia do Sul

"Os grandes exercícios militares foram suspensos indefinidamente na península da Coreia", disse um alto funcionário do governo dos EUA à agencia de notícias AFP.

Anteriormente, o presidente sul-coreano Moon Jae-in declarou que a mudança na pressão militar contra a Coreia do Norte seria possível se Pyongyang "fizesse passos sinceros para a deznuclearização".

Nesta terça-feira (12), o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, assinaram uma declaração conjunta após o encontro histórico na ilha de Sentosa em Singapura.

Depois da cúpula, o presidente dos EUA declarou que os exercícios militares na região eram "provocatórios" e poderiam ser suspensos.

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