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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Pentágono perde metade de seus aviões estratégicos em 1 dia: o que se passa?

Uma vez que a investigação do recente incidente com o bombardeiro B-1B Lancer terminou, a Força Aérea dos EUA decidiu suspender temporariamente todos os voos dessas aeronaves por razões de segurança.


Sputnik

Em 1º de maio, a tripulação de um B-1B Lancer viveu uma situação de emergência e tomou a decisão de deixar a aeronave, mas não conseguiu fazê-lo devido a uma falha no sistema de ejeção. Por isso, o avião fez um pouso de emergência em Midland, no estado norte-americano do Texas.

Bombardeiros B-1B Lancer dos EUA e caças F-15 da Coreia do Sul
Bombardeiro B-1B Lancer escoltado por dois F-15 Eagle da USAF © REUTERS / Kamaile Casillas/Pacific Air Forces/DVIDS

Dado o perigo potencial para os pilotos, foi decidido suspender todos os voos do B-1B Lancer a partir de 7 de junho.

No entanto, não foi especificado quando os bombardeiros americanos cruzariam os céus novamente.

"Parece que não vale a pena esperar que eles participem no futuro próximo dos vários ataques que o Pentágono realiza em todo o mundo 'em nome da democracia'. Por isso, os habitantes das cidades sírias podem dormir em paz. Nesta região o comando dos EUA tem apenas os B-1B temporariamente suspensos de voar", escreve Vladimir Scherbakov, autor da edição Nezavisimoe Voennoe Obozrenie.

Ao mesmo tempo, Scherbakov observa que a aviação estratégica dos EUA está sofrendo uma crise geral.

O especialista disse que os Estados Unidos também têm os aviões B-52H e B-2A, mas "os primeiros são muito velhos e lentos, enquanto os segundos são caros demais para serem usados em operações onde a existência dos EUA como Estado independente não está em perigo".

O analista também destaca que o B-2A corre o risco de "sofrer um acidente como o de 2008 e abrir outro rombo de vários milhões de dólares no orçamento dos EUA". Naquele momento, a aeronave ardeu logo depois de decolar.

De acordo com Scherbakov, esta é uma tendência alarmante, tanto para a segurança dos voos da Força Aérea dos EUA (durante os últimos cinco anos, o número de acidentes aumentou 39% e ultrapassou 5.500), quanto para a preparação psicológica os pilotos.

No entanto, fontes da Força Aérea dos EUA asseguraram à CNN que a suspensão dos voos não afetará as operações militares no Iraque, na Síria e no Afeganistão.

Os bombardeiros estratégicos B-1B Lancer foram postos em serviço em 1986 e são capazes de transportar a maior carga útil de todos os aviões militares dos EUA.

Para a Força Aérea dos EUA, esta é a principal aeronave de sua frota de bombardeiros de longo alcance. Essas aeronaves participaram inclusive dos ataques às instalações na Síria que os EUA, juntamente com o Reino Unido e a França, realizaram em abril do ano corrente.

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