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Erdogan: Rússia e Turquia decidirão que grupos deixarão zona de Idlib

Rússia e Turquia irão determinar em conjunto quais grupos radicais deverão deixar o território da zona desmilitarizada de Idlib, na Síria, segundo afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, neste domingo.
Sputnik

"Durante negociações sobre Idlib em Sochi, nós decidimos estabelecer uma zona desmilitarizada entre os territórios controlados pela oposição e pelo regime. A oposição permanecerá nos territórios que ela ocupa. Vamos garantir que os grupos radicais, designados em conjunto com a Rússia, não operem na região", disse Erdogan em artigo publicado pelo jornal russo Kommersant

Ainda de acordo com o líder turco, Washington segue atrapalhando o equilíbrio na região com seu apoio às Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG) e ao Partido da União Democrática (PYD) na Síria, considerados adversários de Ancara.

"Infelizmente, vemos que o apoio extraordinário que tem sido prestado recentemente, especialmente pelos Estados Unidos, às forças do YPG e do PYD, continua. Tais …

Pequim acusa Washington de ingerência nos seus assuntos internos

A China considera qualquer crítica da instalação de armamentos no mar do Sul da China como uma tentativa de ingerência nos seus assuntos internos, disse o vice-presidente da Academia de Ciências Militares do Exército de Libertação Popular da China, He Lei, comentando as declarações do chefe do Pentágono, James Mattis.


Sputnik

Anteriormente, Mattis acusou a China de violar o direito internacional no mar do Sul da China. Segundo ele, a instalação de armas nas ilhas disputadas está diretamente ligada a intenções militares. Além disso, Mattis avisou Pequim sobre as possíveis consequências.

Navios chineses nas águas do recife de Mischief no arquipélago disputado de Spartly no mar do Sul da China
Navios chineses no arquipélago Spartly © REUTERS / U.S. Navy/Handout

"O posicionamento de tropas ou armamentos nas nossas ilhas e recifes no mar do sul da China está de acordo com os nossos direitos soberanos, isso é permitido pelo direito internacional", disse He Lei à Televisão Central da China.

As relações entre os EUA e a China se agravaram no fim de maio, depois de o destroier USS Higgins e o cruzador de mísseis USS Antietam passarem a 12 milhas náuticas (22 quilômetros) das ilhas Paracel.

A China, assim como outros países da região (o Japão, o Vietnã e as Filipinas), tem algumas disputas quanto às fronteiras marítimas e zonas de responsabilidade no mar do Sul da China e no mar da China Oriental.

Para a China, as Filipinas e o Vietnã utilizam propositadamente o apoio dos EUA para escalar a tensão na região. Washington, por sua parte, afirma que Pequim está construindo ilhas artificiais, transformando-as em estruturas militares e ampliando assim as suas águas territoriais. A China nega as acusações.

Em 2016, o Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia decidiu, após uma demanda das Filipinas, que a China não pode reclamar territórios no mar do Sul da China. Segundo a decisão do tribunal, os territórios disputados do arquipélago Spratly não são ilhas nem formam uma zona econômica exclusiva, mas Pequim não aceitou tal decisão.

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