Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Pequim acusa Washington de ingerência nos seus assuntos internos

A China considera qualquer crítica da instalação de armamentos no mar do Sul da China como uma tentativa de ingerência nos seus assuntos internos, disse o vice-presidente da Academia de Ciências Militares do Exército de Libertação Popular da China, He Lei, comentando as declarações do chefe do Pentágono, James Mattis.


Sputnik

Anteriormente, Mattis acusou a China de violar o direito internacional no mar do Sul da China. Segundo ele, a instalação de armas nas ilhas disputadas está diretamente ligada a intenções militares. Além disso, Mattis avisou Pequim sobre as possíveis consequências.

Navios chineses nas águas do recife de Mischief no arquipélago disputado de Spartly no mar do Sul da China
Navios chineses no arquipélago Spartly © REUTERS / U.S. Navy/Handout

"O posicionamento de tropas ou armamentos nas nossas ilhas e recifes no mar do sul da China está de acordo com os nossos direitos soberanos, isso é permitido pelo direito internacional", disse He Lei à Televisão Central da China.

As relações entre os EUA e a China se agravaram no fim de maio, depois de o destroier USS Higgins e o cruzador de mísseis USS Antietam passarem a 12 milhas náuticas (22 quilômetros) das ilhas Paracel.

A China, assim como outros países da região (o Japão, o Vietnã e as Filipinas), tem algumas disputas quanto às fronteiras marítimas e zonas de responsabilidade no mar do Sul da China e no mar da China Oriental.

Para a China, as Filipinas e o Vietnã utilizam propositadamente o apoio dos EUA para escalar a tensão na região. Washington, por sua parte, afirma que Pequim está construindo ilhas artificiais, transformando-as em estruturas militares e ampliando assim as suas águas territoriais. A China nega as acusações.

Em 2016, o Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia decidiu, após uma demanda das Filipinas, que a China não pode reclamar territórios no mar do Sul da China. Segundo a decisão do tribunal, os territórios disputados do arquipélago Spratly não são ilhas nem formam uma zona econômica exclusiva, mas Pequim não aceitou tal decisão.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas