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Israel concentra mais forças na fronteira com Faixa de Gaza e está pronto a agir

As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) concentraram mais forças na fronteira com a Faixa de Gaza e estão prontas para usá-las se for necessário, comunica a assessoria da entidade militar.
Sputnik

A decisão foi tomada no decurso da reunião no Estado-Maior e é uma resposta aos combates de ontem (11), que causaram morte de um militar israelense e sete palestinos.


"As IDF aumentaram suas forças no Distrito Sul e estão dispostas, se for preciso, a agir com mais vigor", destaca o comunicado da entidade.

No decurso da operação militar que teve lugar no enclave palestino neste domingo (11) um tenente coronel de uma unidade especial israelense foi morto. Ao mesmo tempo, a parte palestina perdeu sete homens, inclusive um comandante militar. Após os confrontos, os palestinos lançaram 17 mísseis contra o sul de Israel, dois deles foram interceptados pelos sistemas de defesa antiaérea Iron Dome (Cúpula de Ferro).

Foi igualmente informado que, tendo em conta a situação, o prim…

Pequim acusa Washington de ingerência nos seus assuntos internos

A China considera qualquer crítica da instalação de armamentos no mar do Sul da China como uma tentativa de ingerência nos seus assuntos internos, disse o vice-presidente da Academia de Ciências Militares do Exército de Libertação Popular da China, He Lei, comentando as declarações do chefe do Pentágono, James Mattis.


Sputnik

Anteriormente, Mattis acusou a China de violar o direito internacional no mar do Sul da China. Segundo ele, a instalação de armas nas ilhas disputadas está diretamente ligada a intenções militares. Além disso, Mattis avisou Pequim sobre as possíveis consequências.

Navios chineses nas águas do recife de Mischief no arquipélago disputado de Spartly no mar do Sul da China
Navios chineses no arquipélago Spartly © REUTERS / U.S. Navy/Handout

"O posicionamento de tropas ou armamentos nas nossas ilhas e recifes no mar do sul da China está de acordo com os nossos direitos soberanos, isso é permitido pelo direito internacional", disse He Lei à Televisão Central da China.

As relações entre os EUA e a China se agravaram no fim de maio, depois de o destroier USS Higgins e o cruzador de mísseis USS Antietam passarem a 12 milhas náuticas (22 quilômetros) das ilhas Paracel.

A China, assim como outros países da região (o Japão, o Vietnã e as Filipinas), tem algumas disputas quanto às fronteiras marítimas e zonas de responsabilidade no mar do Sul da China e no mar da China Oriental.

Para a China, as Filipinas e o Vietnã utilizam propositadamente o apoio dos EUA para escalar a tensão na região. Washington, por sua parte, afirma que Pequim está construindo ilhas artificiais, transformando-as em estruturas militares e ampliando assim as suas águas territoriais. A China nega as acusações.

Em 2016, o Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia decidiu, após uma demanda das Filipinas, que a China não pode reclamar territórios no mar do Sul da China. Segundo a decisão do tribunal, os territórios disputados do arquipélago Spratly não são ilhas nem formam uma zona econômica exclusiva, mas Pequim não aceitou tal decisão.

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