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Israel concentra mais forças na fronteira com Faixa de Gaza e está pronto a agir

As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) concentraram mais forças na fronteira com a Faixa de Gaza e estão prontas para usá-las se for necessário, comunica a assessoria da entidade militar.
Sputnik

A decisão foi tomada no decurso da reunião no Estado-Maior e é uma resposta aos combates de ontem (11), que causaram morte de um militar israelense e sete palestinos.


"As IDF aumentaram suas forças no Distrito Sul e estão dispostas, se for preciso, a agir com mais vigor", destaca o comunicado da entidade.

No decurso da operação militar que teve lugar no enclave palestino neste domingo (11) um tenente coronel de uma unidade especial israelense foi morto. Ao mesmo tempo, a parte palestina perdeu sete homens, inclusive um comandante militar. Após os confrontos, os palestinos lançaram 17 mísseis contra o sul de Israel, dois deles foram interceptados pelos sistemas de defesa antiaérea Iron Dome (Cúpula de Ferro).

Foi igualmente informado que, tendo em conta a situação, o prim…

Político estadunidense reconhece que país pode subestimar arsenal nuclear da Rússia

O erro nos cálculos dos EUA quanto ao número de ogivas nucleares que estão armazenadas na Rússia pode chegar até milhares de unidades, pois Washington não dispõe de informações precisas sobre isso, disse o ex-secretário de Defesa dos EUA, William Perry.


Sputnik

"O cálculo de ogivas é uma tarefa basicamente difícil. Na realidade, até hoje os EUA ainda não sabem quantas ogivas a Rússia tem nos seus armazéns, e os erros nos nossos cálculos podem chegar até milhares de unidades", afirmou ele em Genebra durante a abertura do Fórum Internacional de Luxemburgo de Prevenção de Catástrofes Nucleares.

Cruzador nuclear pesado russo Admiral Nakhimov
Cruzador nuclear pesado russo Admiral Nakhimov © Sputnik / Oleg Lastochkin

Em abril, os altos representantes russos comunicaram que o país reduziu seu arsenal nuclear mais de 85% e continua fiel ao Tratado de Redução das Armas Estratégicas, enquanto os EUA ignoraram os índices exigidos nas suas cláusulas, inclusive através de manipulações incorretas não previstas pelo documento.

O tratado, assinado pelos EUA e Rússia em 2010, entrou em vigor em 5 de fevereiro de 2011. Ele prevê que cada lado reduza seus arsenais de maneira que daqui a sete anos a quantidade total de armamentos não exceda 7.000 mísseis balísticos intercontinentais, mísseis balísticos instalados em submarinos e em bombardeiros pesados, bem como 1.550 ogivas e 800 instalações de lançamento instaladas e não instaladas.

O acordo exige que a Rússia e os EUA troquem as respectivas informações duas vezes por ano.

Em 5 de fevereiro de 2018, chegou o prazo limite em que as duas partes deveriam alcançar os índices estabelecidos pelo tratado. O prazo de funcionamento dele expira em 2021.

O Fórum Internacional de Prevenção de Catástrofes Nucleares começou hoje (11) em Genebra e reúne 49 especialistas de 14 países com a finalidade de analisar os desafios atuais no campo nuclear.

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