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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
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Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Político estadunidense reconhece que país pode subestimar arsenal nuclear da Rússia

O erro nos cálculos dos EUA quanto ao número de ogivas nucleares que estão armazenadas na Rússia pode chegar até milhares de unidades, pois Washington não dispõe de informações precisas sobre isso, disse o ex-secretário de Defesa dos EUA, William Perry.


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"O cálculo de ogivas é uma tarefa basicamente difícil. Na realidade, até hoje os EUA ainda não sabem quantas ogivas a Rússia tem nos seus armazéns, e os erros nos nossos cálculos podem chegar até milhares de unidades", afirmou ele em Genebra durante a abertura do Fórum Internacional de Luxemburgo de Prevenção de Catástrofes Nucleares.

Cruzador nuclear pesado russo Admiral Nakhimov
Cruzador nuclear pesado russo Admiral Nakhimov © Sputnik / Oleg Lastochkin

Em abril, os altos representantes russos comunicaram que o país reduziu seu arsenal nuclear mais de 85% e continua fiel ao Tratado de Redução das Armas Estratégicas, enquanto os EUA ignoraram os índices exigidos nas suas cláusulas, inclusive através de manipulações incorretas não previstas pelo documento.

O tratado, assinado pelos EUA e Rússia em 2010, entrou em vigor em 5 de fevereiro de 2011. Ele prevê que cada lado reduza seus arsenais de maneira que daqui a sete anos a quantidade total de armamentos não exceda 7.000 mísseis balísticos intercontinentais, mísseis balísticos instalados em submarinos e em bombardeiros pesados, bem como 1.550 ogivas e 800 instalações de lançamento instaladas e não instaladas.

O acordo exige que a Rússia e os EUA troquem as respectivas informações duas vezes por ano.

Em 5 de fevereiro de 2018, chegou o prazo limite em que as duas partes deveriam alcançar os índices estabelecidos pelo tratado. O prazo de funcionamento dele expira em 2021.

O Fórum Internacional de Prevenção de Catástrofes Nucleares começou hoje (11) em Genebra e reúne 49 especialistas de 14 países com a finalidade de analisar os desafios atuais no campo nuclear.

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