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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Político estadunidense reconhece que país pode subestimar arsenal nuclear da Rússia

O erro nos cálculos dos EUA quanto ao número de ogivas nucleares que estão armazenadas na Rússia pode chegar até milhares de unidades, pois Washington não dispõe de informações precisas sobre isso, disse o ex-secretário de Defesa dos EUA, William Perry.


Sputnik

"O cálculo de ogivas é uma tarefa basicamente difícil. Na realidade, até hoje os EUA ainda não sabem quantas ogivas a Rússia tem nos seus armazéns, e os erros nos nossos cálculos podem chegar até milhares de unidades", afirmou ele em Genebra durante a abertura do Fórum Internacional de Luxemburgo de Prevenção de Catástrofes Nucleares.

Cruzador nuclear pesado russo Admiral Nakhimov
Cruzador nuclear pesado russo Admiral Nakhimov © Sputnik / Oleg Lastochkin

Em abril, os altos representantes russos comunicaram que o país reduziu seu arsenal nuclear mais de 85% e continua fiel ao Tratado de Redução das Armas Estratégicas, enquanto os EUA ignoraram os índices exigidos nas suas cláusulas, inclusive através de manipulações incorretas não previstas pelo documento.

O tratado, assinado pelos EUA e Rússia em 2010, entrou em vigor em 5 de fevereiro de 2011. Ele prevê que cada lado reduza seus arsenais de maneira que daqui a sete anos a quantidade total de armamentos não exceda 7.000 mísseis balísticos intercontinentais, mísseis balísticos instalados em submarinos e em bombardeiros pesados, bem como 1.550 ogivas e 800 instalações de lançamento instaladas e não instaladas.

O acordo exige que a Rússia e os EUA troquem as respectivas informações duas vezes por ano.

Em 5 de fevereiro de 2018, chegou o prazo limite em que as duas partes deveriam alcançar os índices estabelecidos pelo tratado. O prazo de funcionamento dele expira em 2021.

O Fórum Internacional de Prevenção de Catástrofes Nucleares começou hoje (11) em Genebra e reúne 49 especialistas de 14 países com a finalidade de analisar os desafios atuais no campo nuclear.

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