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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Presença militar da Rússia e EUA no mundo: que país tem mais bases?

A Rússia é capaz de exercer influência no palco mundial apesar de ter menos bases militares em comparação com os EUA, escreve a revista Newsweek.


Sputnik

O número de grandes estruturas militares russas no exterior equivale a 21, enquanto Washington tem de 600 a 900 instalações desse tipo. Ainda que o número inclua bases com, no máximo, dez militares estadunidenses, os EUA superam em mais de dez vezes a Rússia no que tange ao número de estruturas militares, nota o autor do artigo.

Soldados aguardam cerimônia de abertura da seção norte do escudo antimíssil em base militar na Polônia com bandeira dos EUA no plano de fundo
Militares dos EUA na Polônia © AFP 2018/ WOJTEK RADWANSKI

No entanto, tal proporção não impede que a Rússia exerça uma influência "desproporcionalmente grande" em algumas regiões, opina Evelyn Farkas, ex-vice-assessora do secretário da Defesa dos EUA para assuntos da Rússia e Eurásia.

Na sua opinião, Moscou "em geral economiza muito em forças e usa o número necessário de recursos para alcançar os objetivos declarados".

"Se a Rússia tivesse mais recursos, acho que eles acordariam de bom grado em ter tais capacidades que permitissem mais bases militares. Entretanto, agora Moscou faz tudo o possível com os recursos à sua disposição", concluiu Farkas.

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