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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Presença militar da Rússia e EUA no mundo: que país tem mais bases?

A Rússia é capaz de exercer influência no palco mundial apesar de ter menos bases militares em comparação com os EUA, escreve a revista Newsweek.


Sputnik

O número de grandes estruturas militares russas no exterior equivale a 21, enquanto Washington tem de 600 a 900 instalações desse tipo. Ainda que o número inclua bases com, no máximo, dez militares estadunidenses, os EUA superam em mais de dez vezes a Rússia no que tange ao número de estruturas militares, nota o autor do artigo.

Soldados aguardam cerimônia de abertura da seção norte do escudo antimíssil em base militar na Polônia com bandeira dos EUA no plano de fundo
Militares dos EUA na Polônia © AFP 2018/ WOJTEK RADWANSKI

No entanto, tal proporção não impede que a Rússia exerça uma influência "desproporcionalmente grande" em algumas regiões, opina Evelyn Farkas, ex-vice-assessora do secretário da Defesa dos EUA para assuntos da Rússia e Eurásia.

Na sua opinião, Moscou "em geral economiza muito em forças e usa o número necessário de recursos para alcançar os objetivos declarados".

"Se a Rússia tivesse mais recursos, acho que eles acordariam de bom grado em ter tais capacidades que permitissem mais bases militares. Entretanto, agora Moscou faz tudo o possível com os recursos à sua disposição", concluiu Farkas.

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