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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Presidente de Taiwan acusa China de "ameaçar" democracia da ilha

A presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, advertiu nesta segunda-feira que o site diplomático chinês sobre a ilha "ameaça" sua democracia e chamou os países democráticos a se unir e combater as forças antidemocráticas que buscam uma regressão no mundo.


EFE

Taipé - "No século XXI, a democracia está em retrocesso", disse Tsai durante um fórum organizado pela Fundação Taiwan pela Democracia, onde advertiu que "embora a democracia pode avançar, também pode retroceder".

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Presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen | Reprodução

Para a presidente taiuanesa, é imperativo que os países democráticos "trabalhem unidos e estejam unidos para lutar contra a coerção militar, política e econômica não desejada e defender os valores entesourados".

Tsai também se referiu ao site diplomático chinês e sua intimidação militar "que ameaçam nosso modo de vida democrático e limitam o nosso espaço internacional", disse Tsai.

"Mas para Taiwan, retroceder no caminho da democracia não é uma opção", acrescentou a governante em relação aos de representantes de organizações democráticas da Tunísia, Índia, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos.

A presidente taiuanesa advertiu sobre o crescente poderio das forças antidemocráticas e sobre sua interferência em vários países, não só em Taiwan, mas também na Austrália, Nova Zelândia, EUA e Europa.

A sobrevivência da democracia depende da forte defesa dos valores e da cooperação e união dos países democráticos, em uma batalha mundial que acontece em Taiwan, Austrália, EUA, Europa e outros lugares do mundo, disse Tsai.

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