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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Pyongyang aconselha EUA a terem 'cuidado com as palavras'

Na sexta-feira (1), as autoridades norte-coreanas emitiram um comunicado em que aconselharam os EUA a terem "cuidado com as palavras", porque a situação na península da Coreia exige "uma abordagem cuidadosa e responsável".


Sputnik

Em 31 de maio, um representante do Congresso dos EUA definiu a Coreia do Norte como uma "ameaça global" e exigiu "a extensão e o aumento das sanções". Para Pyongyang, frases desse tipo são "inapropriadas" para estabelecer conversações bilaterais e elaborar a paz, informou agência de notícias estatal norte-coreana KCNA.

As pessoas a ver o lançamento do míssil balístico Hwasong-12 na televisão da estação ferroviária em Pyongyang, Coreia do Norte, 16 de setembro de 2017
Apresentação do lançamento do míssil norte-coreano Hwasong-12 © AP Photo/ Jon Chol Jin

Embora a Coreia do Norte e os EUA mantenham "relações hostis há décadas", eles estão desenvolvendo um processo de diálogo e assim "os políticos norte-americanos devem ser mais prudentes com sua linguagem".

"Respeitamos a liberdade de expressão, mas nunca podemos tolerar uma terminologia e um comportamento que visem destruir o ambiente pacífico atual e agravar a situação na península da Coreia", lê-se no comunicado.

Além disso, as autoridades norte-coreanas sublinharam que qualquer político deve ter duas qualidades principais: "observar bem a tendência atual" e "ter cuidado com as palavras".

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