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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Quem fica mais prejudicado com os exercícios da OTAN no Báltico?

O especialista militar Aleksandr Zhilin, na entrevista à Sputnik Lituânia, disse que quem fica mais prejudicado com as manobras da OTAN são os povos dos países bálticos.


Pars Today

Conforme ele, poucos levam em conta que a OTAN, posicionando um contingente militar no Báltico, concentra forças nesta região e, assim, coloca a população destes países em risco, porque de fato de trata da confrontação direta com a Rússia.

Quem fica mais prejudicado com os exercícios da OTAN no Báltico?

"Infelizmente, poucos entendem que os anglo-saxões, ao posicionar lá [no Báltico] um contingente (é mesmo um contingente, porque as manobras, as outras manobras, são um mero pretexto para a implantação de equipamento militar), concentram lá forças e assim põem em risco os povos destes países. Porque de fato se trata da confrontação direta com a Federação da Rússia", detalhou.

De 3 a 15 de junho, a Aliança Atlântica realiza as manobras Saber Strike 2018 na Polônia e países bálticos, com a participação de 18.000 militares dos países da OTAN e de alguns aliados da aliança.

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