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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Revista norte-americana desvenda armas russas do 'Juízo Final'

A Rússia não blefa ao falar de suas novíssimas armas e de suas capacidades, escreve a revista norte-americana The National Interest, citando vários analistas militares. A revista qualificou os últimos avanços tecnológicos da Rússia como armas do "Juízo Final".


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De acordo com a edição, o surgimento de novas armas russas não surpreende. Assim, o analista militar Pavel Podvig, entrevistado pelo The National Interest, afirmou que o desenvolvimento de algumas destas armas já era conhecido, contudo, vários tipos de armamentos causaram um verdadeiro furor.

Testes do míssil balístico intercontinental Sarmat, 29 de março de 2018
Lançamento do míssil balístico intercontinental russo Sarmat © Foto : Ministério da Defesa da Rússi

"Pela primeira vez ouvi falar sobre mísseis de cruzeiro com ogiva nuclear, bem como sobre o sistema Kinzhal. É evidente que tudo o que foi mostrado por Putin já havia sido testado, ou seja, tudo era real", afirmou o entrevistado.

Por sua vez, o pesquisador do Centro da Análise Naval, Michael Kofman, também acredita que os programas do desenvolvimento das novíssimas armas russas são reais e que sua aplicação é uma "questão do futuro próximo ou distante". Além disso, o interlocutor da edição se mostrou preocupado devido às altitudes que os mísseis de cruzeiro com ogivas nucleares são capazes de alcançar.

Segundo frisou The National Interest, no momento, os EUA não dispõem de meios para se protegerem do atual arsenal nuclear de Moscou, enquanto isso, os avanços russos não influenciarão a estratégia nuclear de Washington a prazo curto.

De acordo com especialistas, caso a longo prazo o lado norte-americano não desencadeie uma corrida armamentista, no futuro será elaborado um novo Tratado de Redução de Armas Estratégicas, que levará em consideração as novas armas russas. Entretanto, os especialistas suspeitam que o Partido Republicano dos EUA prefere uma corrida armamentista em vez de fechar um novo tratado, já que sem a aprovação do partido, o potencial tratado não pode entrar em vigor.

Em 1º de março, o presidente russo, Vladimir Putin, em seu discurso anual perante a Assembleia Federal (parlamento bicameral da Rússia), apresentou os novos armamentos estratégicos mais avançados. Trata-se do sistema de mísseis Sarmat e do sistema de mísseis para a aviação Kinzhal, além de outros futuros desenvolvimentos.

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