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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Ridex: Amazul busca parcerias para aumentar índice de nacionalização do ProSub

A Amazul – Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. participa da Ridex BID Brasil 2018 (Rio International Defense Exhibition), feira dos segmentos de defesa, segurança e offshore, que se realiza de hoje (27/6) a 29/6 no Rio de Janeiro. Junto com a Nuclep – Nuclebrás Equipamentos Pesados, a Amazul tem um estande, no qual exibe maquetes de um submarino nuclear, um reator e do elemento combustível.


Poder Naval
São Paulo – Segundo o coordenador-geral de Negócios da Amazul, Paulo Ricardo Médici, com sua participação na Ridex, a empresa pretende divulgar seus projetos e atividades, manter contatos com empresas e instituições e prospectar parcerias que possam contribuir para aumentar o índice de nacionalização do ProSub.

Visão em corte simplificada do SN-BR. Observar a semelhança com o Scorpene S-BR
Visão em corte simplificada do SN-BR

Constituída em 2013, a Amazul, empresa vinculada ao Ministério da Defesa, por meio do Comando da Marinha do Brasil, tem como objetivo promover, desenvolver, transferir e manter tecnologias sensíveis às atividades do Programa Nuclear da Marinha (PNM), do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub) e do Programa Nuclear Brasileiro (PNB).

A missão primordial da empresa é desenvolver e aplicar tecnologias e gerenciar projetos e processos necessários ao desenvolvimento do submarino de propulsão nuclear (SN-BR), contribuindo para a independência tecnológica do País. Nesse sentido, sua criação foi motivada para o alcance de alguns dos objetivos traçados na Estratégia Nacional de Defesa, que se insere no âmbito da Estratégia Nacional de Desenvolvimento.

A exposição de motivos que acompanhou o projeto de lei de criação da Amazul destaca que o sucesso do PNB e, em especial, do PNM depende da capacidade de preservação do conhecimento já adquirido e de contínuo esforço num programa de capacitação para o setor nuclear. A constituição da Amazul, segundo o projeto, foi a alternativa encontrada para a manutenção do pessoal já existente, bem como a atração de novos especialistas altamente qualificados, para preservar o conhecimento.

Com cerca de 1.900 empregados, a Amazul participa também do empreendimento do Reator Multipropósito Brasileiro, em parceria com a Cnen – Comissão Nacional de Energia Nuclear e o Ipen – Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares. O RMB tem a finalidade de produzir radioisótopos, usados na fabricação de radiofármacos para o diagnóstico e tratamento de doenças como o câncer. Além disso, o Reator Multipropósito Brasileiro, que será instalado ao lado do Cina – Centro Industrial Nuclear de Aramar, em Iperó (SP), servirá para pesquisas científicas, testes de materiais nucleares e outras aplicações.

Programa Nuclear da Marinha

A Amazul participa do Programa Nuclear da Marinha, que visa capacitar o Brasil no domínio do ciclo do combustível nuclear, objetivo já atingido, e no desenvolvimento de uma planta nuclear de geração de energia elétrica, incluindo a construção de um submarino nuclear.

Os empregados da empresa trabalham nos projetos do CTMSP – Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, com o duplo objetivo de produzir combustível nuclear e projetar, construir, comissionar, operar e manter reatores do tipo Reator de Água Pressurizada (PWR). A tecnologia poderá ser empregada na geração de energia elétrica, quer para propulsão naval de submarinos, quer para iluminar uma cidade.

Atualmente, está sendo construído no Cina – Centro Industrial Nuclear de Aramar, em Iperó, o Labgene – Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica, primeiro reator nuclear de potência a ser projetado e construído inteiramente por brasileiros e que atuará como um protótipo em terra da propulsão do futuro submarino nuclear brasileiro. Essa instalação também permitirá o treinamento das futuras tripulações do submarino nuclear.

ProSub

A Amazul também participa de projetos a cargo da Cogesn – Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, como o Estaleiro e Base Naval de Itaguaí (RJ) e a construção de submarinos convencionais e nuclear.

A Amazul ajuda a desenvolver o sistema integrado de controle da plataforma, o sistema de combate e o detalhamento do submarino de propulsão nuclear.

O submarino com propulsão nuclear (SN-BR) fará parte do SisGAAz – Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul, projeto da Marinha para o controle da área do Atlântico Sul conhecida como Amazônia Azul, uma referência à Amazônia Verde por sua vasta extensão, suas riquezas incalculáveis e sua importância estratégica.

DIVULGAÇÃO: Amazul

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