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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Rússia acusa Reino Unido de subornar representantes da OPAQ

O Reino Unido e seus parceiros subornaram vários representantes da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) na votação do plano para alargar os poderes da organização, afirmou nesta quinta-feira (28) a porta-voz oficial do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova.


Sputnik

"Consideramos ilegítima essa decisão. Há que constatar que, na hora de adotá-la, a conferência dos países participantes foi além das competências de seu mandato", afirmou.

Sede da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ)
Sede da OPAQ © East News / Peter Dejong

De acordo com Zakharova, como resultado das manipulações políticas, bem como por meio de suborno direto e chantagem por parte de Londres e outros países, foi adotado um "projeto odioso de resolução".

Anteriormente, os participantes de uma seção especial da conferência dos países participantes da Convenção sobre as Armas Químicas aprovaram a expansão do mandato da OPAQ por proposta do Reino Unido. Segundo ela, a organização obteve o direito de identificar os culpados de ataques químicos.

A favor do documento se expressaram 82 delegações, 24 estiveram contra.

No final de maio, o chanceler britânico, Boris Johnson, afirmou que Londres insiste na convocação de uma sessão especial para debater a situação da utilização de armas químicas na Síria, bem como o incidente do possível envenenamento do ex-espião russo, Sergei Skripal.

Sua iniciativa foi apoiada pela Alemanha, Austrália, Bulgária, Canadá, França, Nova Zelândia, Polônia, EUA e Japão.

Por sua vez, a Rússia, a Síria e o Irã se expressaram contra a iniciativa e insistiram em que houvesse debates e a votação do mesmo. Além disso, a delegação russa, se baseando nas regras da organização, exigiu a discussão de cada uma das emendas. Contudo, todas essas propostas foram recusadas.

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