Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Por meio do Egito, Hamas pede a Israel que cesse fogo na Faixa de Gaza

O movimento Hamas pediu a Israel que cesse fogo por meio da mediação egípcia e prometeu interromper os confrontos na fronteira como parte do acordo, disse uma fonte política israelense à Sputnik.
Sputnik

"O Hamas teve um grande golpe ontem e o movimento pediu um cessar-fogo através do Egito, prometendo interromper o 'terror incendiário e nas cercas fronteiriças'", disse a fonte.

Segundo a mesma pessoa, Israel considera o Egito como fiador da implementação do cessar-fogo.

"Os egípcios são os garantidores nesta questão, mas em qualquer caso, o desenvolvimento da situação dependerá de ações reais. Se o Hamas violar o cessar-fogo, pagará um preço ainda maior", acrescentou a fonte.

Esses arranjos foram alcançados após bombardeios maciços das instalações do Hamas no enclave, que se seguiram ao assassinato de um soldado israelense na sexta-feira.

Este foi o segundo cessar-fogo entre Israel e o Hamas, coordenado pelo Egito nas últimas duas semanas. No último sábado, a Fo…

Rússia acusa Reino Unido de subornar representantes da OPAQ

O Reino Unido e seus parceiros subornaram vários representantes da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) na votação do plano para alargar os poderes da organização, afirmou nesta quinta-feira (28) a porta-voz oficial do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova.


Sputnik

"Consideramos ilegítima essa decisão. Há que constatar que, na hora de adotá-la, a conferência dos países participantes foi além das competências de seu mandato", afirmou.

Sede da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ)
Sede da OPAQ © East News / Peter Dejong

De acordo com Zakharova, como resultado das manipulações políticas, bem como por meio de suborno direto e chantagem por parte de Londres e outros países, foi adotado um "projeto odioso de resolução".

Anteriormente, os participantes de uma seção especial da conferência dos países participantes da Convenção sobre as Armas Químicas aprovaram a expansão do mandato da OPAQ por proposta do Reino Unido. Segundo ela, a organização obteve o direito de identificar os culpados de ataques químicos.

A favor do documento se expressaram 82 delegações, 24 estiveram contra.

No final de maio, o chanceler britânico, Boris Johnson, afirmou que Londres insiste na convocação de uma sessão especial para debater a situação da utilização de armas químicas na Síria, bem como o incidente do possível envenenamento do ex-espião russo, Sergei Skripal.

Sua iniciativa foi apoiada pela Alemanha, Austrália, Bulgária, Canadá, França, Nova Zelândia, Polônia, EUA e Japão.

Por sua vez, a Rússia, a Síria e o Irã se expressaram contra a iniciativa e insistiram em que houvesse debates e a votação do mesmo. Além disso, a delegação russa, se baseando nas regras da organização, exigiu a discussão de cada uma das emendas. Contudo, todas essas propostas foram recusadas.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas