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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Rússia assume liderança do Conselho de Segurança em tenso cenário

Rússia assume hoje a presidência rotatória do Conselho de Segurança da ONU, em meio a um complexo cenário, a raiz do projeto de resolução apresentado pelo Kuwait sobre a necessidade de proteger os palestinos.


Prensa Latina
Nações Unidas - Segundo fontes diplomáticas, espera-se que nesta sexta-feira se realize a votação a respeito e ontem, a representação dos Estados Unidos na ONU anunciou que 'vetará sem lugar a dúvidas o projeto'.

Conselho de Segurança da ONU | Reprodução

Por meio de um comunicado, a missão norte-americana assinalou que os que escolham votar a favor demonstrarão sua própria falta de aptidão para participar em negociações plausíveis entre as duas partes.

Ademais, Estados Unidos culpou o Hamas pela violência em Gaza e defendeu as ações de Israel como autodefesa, ainda que a repressão das forças militares de Tel Aviv tenham causado mais de 100 baixas palestinas, enquanto do outro lado nem se registram mortes.

Os demais membros do Conselho de Segurança criticam o uso excessivo da força por parte de Israel contra manifestantes pacíficos e destacam a necessidade de oferecer maior proteção aos civis palestinos, como pede o projeto de resolução apresentado pelo Kuwait.

Também apostam pela solução de dois Estados (Israel e Palestina), de acordo com as fronteiras estabelecidas em 1967 e com Jerusalém como capital compartilhada.

Precisamente, a decisão unilateral dos Estados Unidos de nomear Jerusalém como a capital de Israel e transferir para ali sua embaixada, gerou mais instabilidade na região e desencadeou uma onda de protestos pacíficos dos palestinos na barreira fronteiriça de Gaza.

De acordo com o coordenador especial da ONU para o processo de paz no Oriente Médio, Nickolay Mladenov, Israel deve pôr fim a ocupação na Palestina, pois só assim poderiam começar a se dar passos para a paz e a estabilidade da região.

Enquanto aumenta a violência contra os palestinos, a infraestrutura em Gaza é abalada, quase não contam com serviços de eletricidade nem água, e faz falta melhorar o acesso e a circulação de pessoas, bem como apoiar o processo de reconciliação liderado pelo Egito, apontou.

A situação no Oriente Médio manteve-se como um ponto álgido no Conselho de Segurança durante todo o mês de maio, depois de repetidos chamados de alerta da Palestina sobre o aumento da violência na Faixa de Gaza, desencadeada em 30 de março com o início da Grande Marcha do Retorno.

Desde esse dia, os militares de Israel utilizam de maneira indiscriminada a força letal contra os manifestantes e isto tem gerado o repúdio quase unânime da comunidade internacional.

Mas Israel conta com o apoio dos Estados Unidos que - ao ser um dos membros permanentes do Conselho - bloqueia as ações desse organismo contra as autoridades de Tel Aviv.

A ocupação de Israel a Palestina, que começou há mais de 50 anos, tem provocado uma das piores crises humanitárias da história, além de privar de suas terras e seus direitos essenciais milhões de pessoas.

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