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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Senado dos EUA parece estar empurrando Turquia para 'pesadelo da OTAN'

As aspirações do Senado estadunidense de recusar o fornecimento dos F-35 para a Turquia pode acabar sendo um pesadelo para a Aliança Atlântica, pois nesse caso Ancara comprará os equipamentos militares à Rússia, escreve a mídia norte-americana.


Sputnik

"A Turquia já concordou em comprar os sistemas de mísseis russos S-400. Devido a isso, Moscou pode ganhar a possibilidade de ‘penetrar' no sistema defensivo da OTAN, o que seria um pesadelo para a Aliança", escreve o autor do artigo na edição Business Insider.

Caça F-35 Lightning II da Lockheed Martin
F-35 Lightining II © AFP 2018/ Evert-Jan Daniels

O jornalista descreve o S-400 como "uma das mais avançadas plataformas de defesa antimísseis", destinada também para atacar os aviões norte-americanos que contam com a tecnologia furtiva.

No que se trata da decisão dos senadores em relação aos F-35, em vez deles Ancara pode passar a comprar os caças multifuncionais de 5ª geração Su-57. Isto representa uma ameaça séria para a OTAN e particularmente para sua aviação, indica o artigo.

Em uma conversa com o portal, o tenente-general aposentado da Força Aérea dos EUA, David Deptula, observou que os países-membros da Aliança "não querem incorporar os sistemas russos em seu sistema de defesa antiaérea".

Entretanto, o militar não acredita que a Turquia dê preferência aos caças Su-57. Segundo ele, a compra não tem sentido, pois essas aeronaves são incompatíveis com os sistemas da OTAN.

De fato, Deptula manifesta avaliação negativa do novo avião russo, porém, a edição BI frisa que, como provaram as recentes fotos tiradas na última Parada da Vitória em Moscou, este caça é um concorrente direto dos F-22 e F-35 norte-americanos.

"Por isso, caso a Turquia compre os Su-57, seria um cenário terrível para a segurança da OTAN por razões tanto militares quanto diplomáticas", resume o autor da matéria.

Vários dias atrás, o Senado aprovou uma nova versão do projeto de lei sobre a política de defesa, que prevê inclusive descartar a venda dos F-35 para a Turquia. Do ponto de vista de um dos senadores, é perigoso entregar esses aviões para um país que comprou um sistema cujo objetivo é, de fato, abater tais aviões.

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