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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Trump confirma reunião com Kim Jong-un no dia 12 de junho

Anúncio ocorreu após conversa entre presidente americano e braço-direito de líder norte-coreano na Casa Branca. Encontro acontecerá em Singapura.


Por G1

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que se encontrará com o líder norte-coreano Kim Jong-un no dia 12 deste mês em Singapura.

Combinação de fotos mostra o presidente dos EUA Donald Trump e o presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-Un (Foto: Nicholas Kamm/AFP; KCNA via KNS)
Combinação de fotos mostra o presidente dos EUA Donald Trump e o presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-Un (Foto: Nicholas Kamm/AFP; KCNA via KNS)

A repórteres no gramado da Casa Branca, ele afirmou nesta sexta-feira (1º) que estaria cometendo um erro se não seguisse adiante na cúpula sobre armas nucleares.

"Acho que provavelmente será um processo muito bem-sucedido", afirmou.

O anúncio ocorreu após uma reunião entre o republicano e o braço-direito de Kim Jong-un, Kim Yong-chol, na residência oficial americana.

A previsão era de que, no encontro, o representante entregasse a Trump uma carta escrita pelo presidente norte-coreano.

Nesta quinta (31), Yong-chol também conversou com o secretário de Estado americano, Mike Pompeo.

Encontro histórico

A reunião entre Trump e Kim será a primeira entre líderes em exercício dos Estados Unidos e Coreia do Norte.

Marcado pela primeira vez em março, o encontro havia sido cancelado pelo presidente americano em maio. Ao anunciar a decisão, Trump apontou "enormes raiva e hostilidade" em declarações do líder norte-coreano.

Na ocasião, a Coreia do Norte respondeu dizendo que a decisão não estava "alinhada com os desejos do mundo" e que ainda gostaria de resolver suas questões com os americanos.

Na conversa do próximo dia 12, Trump quer pressionar Pyongyang a desistir de suas armas nucleares. Nesta sexta, ele indicou esperar que várias cúpulas sejam necessárias para resolver todos os problemas pendentes.

A Coreia do Norte, cujas ambições nucleares têm sido uma fonte de tensão há décadas, fez avanços na tecnologia de mísseis nos últimos anos. Os EUA temem o desenvolvimento de mísseis nucleares que poderiam atingir o país.

Em troca da "desnuclearização", Trump promete o alívio de sanções econômicas ao país. "Estou ansioso para o dia em que eu possa tirar as sanções da Coreia do Norte", disse o republicano.

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