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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Trump confirma reunião com Kim Jong-un no dia 12 de junho

Anúncio ocorreu após conversa entre presidente americano e braço-direito de líder norte-coreano na Casa Branca. Encontro acontecerá em Singapura.


Por G1

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que se encontrará com o líder norte-coreano Kim Jong-un no dia 12 deste mês em Singapura.

Combinação de fotos mostra o presidente dos EUA Donald Trump e o presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-Un (Foto: Nicholas Kamm/AFP; KCNA via KNS)
Combinação de fotos mostra o presidente dos EUA Donald Trump e o presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-Un (Foto: Nicholas Kamm/AFP; KCNA via KNS)

A repórteres no gramado da Casa Branca, ele afirmou nesta sexta-feira (1º) que estaria cometendo um erro se não seguisse adiante na cúpula sobre armas nucleares.

"Acho que provavelmente será um processo muito bem-sucedido", afirmou.

O anúncio ocorreu após uma reunião entre o republicano e o braço-direito de Kim Jong-un, Kim Yong-chol, na residência oficial americana.

A previsão era de que, no encontro, o representante entregasse a Trump uma carta escrita pelo presidente norte-coreano.

Nesta quinta (31), Yong-chol também conversou com o secretário de Estado americano, Mike Pompeo.

Encontro histórico

A reunião entre Trump e Kim será a primeira entre líderes em exercício dos Estados Unidos e Coreia do Norte.

Marcado pela primeira vez em março, o encontro havia sido cancelado pelo presidente americano em maio. Ao anunciar a decisão, Trump apontou "enormes raiva e hostilidade" em declarações do líder norte-coreano.

Na ocasião, a Coreia do Norte respondeu dizendo que a decisão não estava "alinhada com os desejos do mundo" e que ainda gostaria de resolver suas questões com os americanos.

Na conversa do próximo dia 12, Trump quer pressionar Pyongyang a desistir de suas armas nucleares. Nesta sexta, ele indicou esperar que várias cúpulas sejam necessárias para resolver todos os problemas pendentes.

A Coreia do Norte, cujas ambições nucleares têm sido uma fonte de tensão há décadas, fez avanços na tecnologia de mísseis nos últimos anos. Os EUA temem o desenvolvimento de mísseis nucleares que poderiam atingir o país.

Em troca da "desnuclearização", Trump promete o alívio de sanções econômicas ao país. "Estou ansioso para o dia em que eu possa tirar as sanções da Coreia do Norte", disse o republicano.

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