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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Turquia prende 20 militares acusados de tentativa de golpe

A Polícia da Turquia deteve nesta sexta-feira 20 membros ativos das Forças Armadas com acusações de golpe, enquanto continua a operação, na qual o Ministério Público emitiu ordem de prisão para 38 pessoas.


EFE

Istambul - Todos são acusados de ocupar importantes funções no grupo do teólogo e escritor turco exilado Fethullah Gülen, considerado pelo governo como "terrorista" e atribuir a ele o fracassado golpe de Estado de 2016. Eles ocupavam cargos de comando na Força Aérea e no Exército, de acordo com a agência turca "Anadolu", que não especificou as patentes. Um dos envolvidos, um suboficial da Força Aérea, é acusado de espionagem militar, por supostamente entregar informação a outro membro superior da confraria, que está em prisão preventiva.

EFE/EPA/CEM TURKEL
EFE/EPA/CEM TURKEL

As acusações se baseiam nos depoimentos de outros militares, presos antes, que indicaram os agora detidos como seus superiores na hierarquia da confraria, infiltrada nas Forças Armadas.

Os seguidores de Gülen, até 2013 aliados do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e do seu partido, o Justiça e Desenvolvimento (AKP), mantiveram durante anos uma presença pública em vários setores civis, da imprensa ao ensino, passando pela Justiça, mas sempre esconderam a afiliação.

A operação, coordenada de Istambul, acontece simultaneamente em 18 províncias.

No último mês, 500 militares da ativa foram detidos com as mesmas acusações. Hoje, 30 oficiais presos há uma semana foram ao tribunal da cidade de Adana.

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