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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Turquia prende 20 militares acusados de tentativa de golpe

A Polícia da Turquia deteve nesta sexta-feira 20 membros ativos das Forças Armadas com acusações de golpe, enquanto continua a operação, na qual o Ministério Público emitiu ordem de prisão para 38 pessoas.


EFE

Istambul - Todos são acusados de ocupar importantes funções no grupo do teólogo e escritor turco exilado Fethullah Gülen, considerado pelo governo como "terrorista" e atribuir a ele o fracassado golpe de Estado de 2016. Eles ocupavam cargos de comando na Força Aérea e no Exército, de acordo com a agência turca "Anadolu", que não especificou as patentes. Um dos envolvidos, um suboficial da Força Aérea, é acusado de espionagem militar, por supostamente entregar informação a outro membro superior da confraria, que está em prisão preventiva.

EFE/EPA/CEM TURKEL
EFE/EPA/CEM TURKEL

As acusações se baseiam nos depoimentos de outros militares, presos antes, que indicaram os agora detidos como seus superiores na hierarquia da confraria, infiltrada nas Forças Armadas.

Os seguidores de Gülen, até 2013 aliados do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e do seu partido, o Justiça e Desenvolvimento (AKP), mantiveram durante anos uma presença pública em vários setores civis, da imprensa ao ensino, passando pela Justiça, mas sempre esconderam a afiliação.

A operação, coordenada de Istambul, acontece simultaneamente em 18 províncias.

No último mês, 500 militares da ativa foram detidos com as mesmas acusações. Hoje, 30 oficiais presos há uma semana foram ao tribunal da cidade de Adana.

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