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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Turquia prende 20 militares acusados de tentativa de golpe

A Polícia da Turquia deteve nesta sexta-feira 20 membros ativos das Forças Armadas com acusações de golpe, enquanto continua a operação, na qual o Ministério Público emitiu ordem de prisão para 38 pessoas.


EFE

Istambul - Todos são acusados de ocupar importantes funções no grupo do teólogo e escritor turco exilado Fethullah Gülen, considerado pelo governo como "terrorista" e atribuir a ele o fracassado golpe de Estado de 2016. Eles ocupavam cargos de comando na Força Aérea e no Exército, de acordo com a agência turca "Anadolu", que não especificou as patentes. Um dos envolvidos, um suboficial da Força Aérea, é acusado de espionagem militar, por supostamente entregar informação a outro membro superior da confraria, que está em prisão preventiva.

EFE/EPA/CEM TURKEL
EFE/EPA/CEM TURKEL

As acusações se baseiam nos depoimentos de outros militares, presos antes, que indicaram os agora detidos como seus superiores na hierarquia da confraria, infiltrada nas Forças Armadas.

Os seguidores de Gülen, até 2013 aliados do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e do seu partido, o Justiça e Desenvolvimento (AKP), mantiveram durante anos uma presença pública em vários setores civis, da imprensa ao ensino, passando pela Justiça, mas sempre esconderam a afiliação.

A operação, coordenada de Istambul, acontece simultaneamente em 18 províncias.

No último mês, 500 militares da ativa foram detidos com as mesmas acusações. Hoje, 30 oficiais presos há uma semana foram ao tribunal da cidade de Adana.

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