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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Turquia rejeita exigência dos EUA de não comprar sistemas de defesa antiaérea S-400 russos

Ancara rejeitou a exigência de Washington de anular acordo com a Rússia sobre a compra de sistemas de defesa antiaérea S-400 russos, mas está disposta a levar em consideração as preocupações dos EUA sobre possíveis riscos aos aviões da OTAN com o uso deste armamento, informou o jornal Hurriyet, citando fontes diplomáticas.


Sputnik

Nos últimos meses, a questão de compra de S-400 russos foi muitas vezes abordada em negociações turco-americanas, tendo sido discutida pela última vez entre o ministro turco das Relações Exteriores, Mevlut Cavusoglu, e o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, no dia 4 de junho.


Sistema de defesa antiaérea S-400
S-400 Triumph russos © Sputnik / Sergei Pivovarov

Washington é contra a compra dos sistemas S-400 pela Turquia por três razões. Em primeiro lugar, isso contradiz os planos dos EUA de isolar e conter a Rússia. Em segundo lugar, receiam que a instalação dos S-400 na Turquia venha a pôr em perigo aviões da OTAN, em particular, caças de quinta geração F-35. E em terceiro, os EUA, que vendem sistemas de defesa antiaérea Patriot aos aliados, possuem seus próprios interesses comerciais.

A principal exigência dos EUA para a Turquia se trata da anulação da compra dos S-400. Washington declarou que a compra dos sistemas russos por Ancara pode provocar sanções contra ela. As autoridades turcas rejeitaram esta exigência, sublinhando que Ancara vai comprar e instalar os sistemas por precisar deles e por existir ameaça de ataque de mísseis do Irã caso as relações entre os dois países se agravem devido à situação na Síria.

Representantes norte-americanos insistiram que a Turquia não deve usar os S-400 mesmo que os compre, mas isso, segundo fonte, "não se tratava de expectativa realista".

Rejeitando a exigência dos EUA de anular compra dos sistemas russos, Ancara propôs realização de um trabalho conjunto com os EUA para analisar as possíveis consequências de instalação dos S-400 e para eliminar as preocupações dos EUA sobre a segurança dos aviões da OTAN.

Em dezembro de 2017, a Rússia assinou acordo de venda de S-400 com a Turquia, o que também provocou críticas dos EUA. Ancara comprará duas baterias do sistema, que serão operadas por pessoal turco. As partes também concordaram em manter cooperação tecnológica no desenvolvimento da produção de sistemas de defesa antiaérea na Turquia.

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